AVENIDA ROSA E SILVA 1460 - QSS-01 - JAQUEIRA - Recife/PE - 52050-020
Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos aliment…Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte microempresa. Empresário (Individual). Matriz. Situacao cadastral: Baixada desde 06/04/2018. Inicio das atividades: 16/02/2005.
AVENIDA ROSA E SILVA 1460 - QSS-01 - JAQUEIRA - Recife/PE - 52050-020
Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com pre…Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte microempresa. Empresário (Individual). Matriz. Situacao cadastral: Baixada desde 06/04/2018. Inicio das atividades: 16/02/2005.
BORRACHARIA BAR | COMERCIAL FERNANDES & LOPES LTDA
Atividade principal: CNAE 4723-7/00 - Comércio varejista de bebidas. Categoria Acharei: D…Atividade principal: CNAE 4723-7/00 - Comércio varejista de bebidas. Categoria Acharei: Distribuidora de Bebidas (Alimentos e Bebidas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Inapta desde 25/10/2018. Inicio das atividades: 22/04/2004.
VITABRASILNET | VITABRASIL COMERCIO E DISTRIBUICAO DE VITAMINAS LTDA
RUA DO FUTURO 959 - JAQUEIRA - Recife/PE - 52050-660
Atividade principal: CNAE 4729-6/99 - Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos…Atividade principal: CNAE 4729-6/99 - Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte empresa de pequeno porte. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 50.000,00. Situacao cadastral: Ativa desde 27/08/2005. Inicio das atividades: 22/03/1999. Regime: Simples Nacional. CNAEs secundarios: 4763-6/02 - Comércio varejista de artigos esportivos; 4772-5/00 - Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal.
RUA DO FUTURO 959 - JAQUEIRA - Recife/PE - 52050-660
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Atividade principal: CNAE 4729-6/99 - Comércio varejista de produtos alimentícios em gera…Atividade principal: CNAE 4729-6/99 - Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte empresa de pequeno porte. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 50.000,00. Situacao cadastral: Ativa desde 27/08/2005. Inicio das atividades: 22/03/1999. Regime: Simples Nacional. CNAEs secundarios: 4763-6/02 - Comércio varejista de artigos esportivos; 4772-5/00 - Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal.
DELICIAS E CAFE | DELICIAS E CAFE LTDA
RUA DO FUTURO 1327 - JAQUEIRA - Recife/PE - 52050-010
Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos aliment…Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Baixada desde 31/12/2008. Inicio das atividades: 11/10/1996.
RUA DO FUTURO 1327 - JAQUEIRA - Recife/PE - 52050-010
Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com pre…Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Baixada desde 31/12/2008. Inicio das atividades: 11/10/1996.
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RUA DO FUTURO 959 - JAQUEIRA - Recife/PE - 52050-010
Atividade principal: CNAE 4711-3/01 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos aliment…Atividade principal: CNAE 4711-3/01 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - hipermercados. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Baixada desde 30/07/2003. Inicio das atividades: 07/11/1994.
RUA DO FUTURO 959 - JAQUEIRA - Recife/PE - 52050-010
Atividade principal: CNAE 4711-3/01 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com pre…Atividade principal: CNAE 4711-3/01 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - hipermercados. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Baixada desde 30/07/2003. Inicio das atividades: 07/11/1994.
Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos aliment…Atividade principal: CNAE 4712-1/00 - Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns. Categoria Acharei: Supermercados (Alimentos e Bebidas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Baixada desde 06/05/1997. Inicio das atividades: 06/09/1994.
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Manu Tenório Culinária Saudável - Jaqueira
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Central de Degustações Escrivinhos
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escrivinhos.com - - quinta-feira, 4 de janeiro de 2018 Terranova expressa caráter tropical nos seus novos rótulos Elabo…escrivinhos.com - - quinta-feira, 4 de janeiro de 2018 Terranova expressa caráter tropical nos seus novos rótulos Elaborado numa região de clima quente, localizada em plenosemiárido brasileiro, os espumantes Terranova, do grupo Miolo, ganharam novaroupagem. Os rótulos estão mais alegres e modernos, expressando a proposta dalinha, de frescor e alegria, o que pude conferir de perto, além de experimentar novamente o conteúdo das garrafas. Para mim, o carro-chefe da linha é o Terranova Brut Rosé. Elaboradocom a uva Grenache (o primeiro do Brasil), é um ótimo espumante para ser consumidona praia ou piscina. Pode ser tomado como aperitivo ou acompanhando frutos domar e pratos leves. O aroma lembra goiaba, morango e framboesa. No paladar, boaacidez e sabor frutado na medida. Já o Terranova Brut tem um toque floral, acompanhado denotas de manga. Assim como o Rosé, apresenta acidez correta e sabor agradável. Tem em suacomposição as uvas Chenin Blanc, Sauvignon Blanc e Verdejo. Por fim, oTerranova Demi-Sec, que é uma opção para quem gosta de uma bebida um pouco mais adocicada. Com leves notas de mel e acidez presente, vai bem para fazer drinks usando gelo. Também produzidoscom as variedades Chenin Blanc, Sauvignon Blanc e Verdejo. Os espumantes dalinha Terranova são elaborados através do método Charmat, com fermentaçãoapenas em tanques de inox. Na loja virtual da Miolo, os rótulos estão custando em tornode R$ 45 a unidade.PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Brasil,espumantes,Miolo,notícias,Terranova,Vale do São Francisco,Vinhos do Brasil quinta-feira, 21 de dezembro de 2017 Que vinho abrir na ceia de Natal? Como já é tradição aqui no blog, todos os anos faço um pequeno roteiro com sugestões de harmonização de vinho e comida para as festas de fim de ano. Neste fim ano de resolvi fazer diferente. Visitei o Empório TiaDulce, uma casa com quase 40 anos de tradição culinária, que agora está investindo forte também em vinhos, com uma adega muito bem estruturada e serviço de delivery na Região Metropolitana do Recife. Lá experimentei algumas delícias da época e preparei este pequeno guia que você pode seguir em casa, com os pratos mais consumidos nas festividades de Natal e Ano Novo. Para início de conversa, minha sugestão básica é: não precisa abrir vinhos caros nessas ocasiões (a não ser que você possa ou faça questão). Escolha rótulos de custo mais acessível, que todos possam compartilhar e se confraternizar, sem exageros, é claro! Confira as dicas, com sugestões de pratos e vinhos: UM VINHO SÓ PARA TODA A CEIA: A dica continua sendo o bom e velho espumante brut. Ele vai combinar com as entradinhas, pratos de peixes ou frutos do mar e também com os alimentos mais gordurosos, por conta de sua acidez. Opte pelos espumantes brancos ou rosés. Só evite com a sobremesa (confira as opções mais adiante). Pratos: Espumantes: PERU OU CHESTER: O prato mais tradicional da noite pede um tinto leve, com pouco tanino, como os elaborados com a uva Pinot Noir ou Gamay, os ainda um Côtes-du-Rhone ou um Chianti. Vai também com um branco mais encorpado, porém sem estágio em madeira. Pode ser um Chardonnay. Pratos: Vinhos: TENDER: Trata-se de um prato defumado, que normalmente vem acompanhado de um molho adocicado. Prove com um vinho tinto frutado, não muito potente e com boa acidez. Um Pinot Noir do Novo Mundo ou um Chianti simples vão bem. Se preferir um branco, a dica é um Riesling. Pratos: Vinhos: BACALHAU: Para este tipo de prato você pode optar por brancos ou tintos. Os brancos, de preferência, devem ser mais encorpados, como um branco alentejano. Se preferir um tinto, escolha um mais leve, como um Rioja jovem, Chianti ou Pinot Noir. Alguns preferem acompanhar bacalhau com Vinho Verde, mas eu acho que o sabor do bacalhau “passa por cima” da bebida, que tem pouco corpo. Pratos: Vinhos: PORCO: Para lombo, escolha um tinto leve, como um Merlot ou um alentejano, ou ainda um branco de corpo médio e boa acidez, como Chardonnay ou Viognier. Já para pernil, a ideia é saborear junto com um tinto encorpado, como um Shiraz, Cabernet Sauvignon, Malbec ou um português da Bairrada. Pratos: Vinhos: SOBREMESAS: Para as sobremesas com frutas, escolha um espumante moscatel. Para as com chocolate, vinho do Porto. As cremosas vão bem com os late harvest. Bolos e panetones podem ser apreciados com um Moscatel de Setúbal. Pratos: Vinhos: SERVIÇO: Empório Tia Dulce: (81) 3429-2263 | 98496-2769PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Ano Novo,dicas,harmonização,Natal segunda-feira, 4 de dezembro de 2017 Alcesti mostra as diferentes possibilidades de vinhos produzidos na região da Sicília Participei, há alguns dias, de um evento promovido pela Importadora de Vinhos Italianos Trinacria, com a presença do produtor Gianfranco Paladino, da vinícola siciliana Alcesti. Foi um momento muito interessante para conhecer melhor algumas particularidades deste terroir, tão rico em variedades viníferas. A iniciativa aconteceu no restaurante Ça Va, no Recife, com um jantar harmonizado. Sua propriedade compreende uma área de 30 hectares, no território que se estende entre Marsala, Mazara e Salemi, com altitude entre 100 e 280 m acima do nível do mar. Trata-se de um negócio passado de pai para filho, onde se produz vinhos biológicos, conforme explicou Paladino (à esquerda na foto acima, com o importador Marcello lo Monaco), com variedades autóctones (nativas) e também internacionais. Vale lembrar que a Sicília é a maior ilha do Mediterrâneo. Famosa pelo seu vulcão Etna, ainda em atividade, possui áreas montanhosas, com solos pobres e terrenos acidentados. É bastante iluminada pelo sol, com verões intensos e pouca chuva - condições ideais para as videiras produzirem frutos de qualidade. Antigamente, a Sicília estava focada em produzir grandes quantidades de vinho. Hoje, percebe-se que a preocupação dos produtores é com a qualidade dos produtos, que vem evoluindo a cada dia, como os degustado durante este evento. Entre os rótulos apresentados, alguns que acabaram de desembarcar em solo brasileiro: Alcesti L' Isola Dei Profumi Bianco Terre Siciliane IGT 2016 Elaborado com as variedades brancas locais Grecanico e Catarrato, trata-se de um vinho leve e fresco, com notas de frutas brancas e ligeiro floral. Uma boa pedida para os dias de calor, com uma ótima relação entre preço e qualidade. Classificação: ⒷⒺⓈⓉ ⒷⓊⓎ - Boa Compra | Média de preço: $$ - 30 a 60 Alcesti Zibibbo Terre Siciliane IGT 2016 Também produzido com uva variedade local, neste caso a Zibibbo, é um branco bem diferente, muito aromático. De cor amarelo palha esverdeado, tem aromas florais, de maçã verde e canela. Na boca mostra excelente acide e o sabor reflete as sensações do nariz, junto com uma 'ponta' mineral. Classificação: ★★★★☆ - Muito Bom/Excelente | Média de preço: $$$ - R$ 60 a 100 Alcesti Edesia Grillo Sicilia DOC 2016 Este branco é feito também com a uva nativa Grillo. Na taça, mostrou-se com coloração amarelo palha de reflexos dourados. O aroma traz notas que recordam mel, lichia, floral e um toque mineral. Na boca é bem estruturado, com ótima acidez. O sabor traz de volta as sensações do nariz. Classificação: ★★★★☆ - Muito Bom/Excelente | Média de preço: $$$ - R$ 60 a 100 Alcesti L' Isola Dei Profumi Rosso Terre Siciliane IGT 2016 A versão tinta do L' Isola Dei Profumi é elaborada com as uvas sicilianas Nero D’Avola e Perricone. Tem cor violeta brilhante e pouco profunda. Seu aroma mostra notas florais, de cereja e de grama cortada. Paladar de corpo leve, bem redondo, com taninos macios e acidez presente. O sabor corresponde às características do olfato. Classificação: ⒷⒺⓈⓉ ⒷⓊⓎ - Boa Compra | Média de preço: $$ - R$ 30 a 60 Alcesti Admeto Syrah Sicilia DOC 2015 Já este tinto é feito com a variedade francesa Syrah, que se dá muito bem na Sicília. Apresenta um gostoso aroma que mescla notas florais, de canela, pimenta branca e ameixa. Médio corpo a leve corpo, com boa acidez e taninos presentes. Simples, porém bem feito e agradável. Maturou seis meses em barricas de carvalho francês. Classificação: ★★★ - Bom | Média de preço: $$$ - R$ 60 a 100 Os próximos vinhos, embora já conhecidos pelo público local, também tiveram um bom destaque na degustação. Confira as impressões: Alcesti Nesos Nero d’Avola DOC 2013 Na sua composição está a uva tinta emblemática da Sicília, a Nero d’Avola. Possui elegante e discreto aroma que recorda frutas vermelhas e negras, alecrim, canela, noz moscada e chocolate. Corpo medio, leve, fresco, equilibrado, formando um conjunto bem harmonioso. O vinho maturou seis meses em barris de madeira francesa. Classificação: ★★★★☆ - Muito Bom/Excelente | Média de preço: $$$ - R$ 60 a 100 Alcesti Narké dei Poeti Sicilia IGT 2010 Um corte de Nero d'Avola e Cabernet Sauvignon, com maturação de um ano em barris de carvalho e seis meses em garrafa. Este mostra-se mais evoluído e complexo, envolvendo aromas de alcaçuz, baunilha, fruta em compota, fumo e especiarias. Paladar de médio a encorpado, com ótimo equilíbrio entre taninos e acidez e final prolongado. O sabor assemelha-se às sensações do nariz. Classificação: ★★★★★ - Excelente | Média de preço: $$$$ - R$ 100 a 200 Mais sobre a Importadora Trinacria | onde encontrar os vinhos: www.importadoratrinacria.com.brPorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Alcesti,Importadora Trinacria,Itália,Sicília quinta-feira, 9 de novembro de 2017 Segunda edição da Feira de Vinhos Variedade chega ao Recife maior e ainda mais sortida A mais expressiva feira de vinhos do Norte/Nordeste chega ainda maior nesta sua segunda edição. Este ano, a Variedade acontecerá nos próximos dias 15 e 17 de novembro (quarta a sexta), no RioMar Shopping, no Recife, trazendo novos expositores e veteranos, ocupando uma área com cerca de 800 m², no piso L3 do shopping. MIX - O evento reunirá importadores e distribuidores de vinhos, que apresentarão seus produtos ao público, com degustação e explanações. Serão cerca de 200 rótulos de diversas nacionalidades em exposição. Este ano, a expectativa dos organizadores é de receber um público de aproximadamente 500 pessoas durante cada dia da feira. O evento é direcionado ao público em geral, especialmente os apreciadores de vinhos e aqueles que estão em busca de mais conhecimento sobre a bebida, além de estudantes e profissionais do setor. Estes últimos têm na feira uma boa oportunidade de prospectar e fechar negócios para seus restaurantes, lojas e afins. PRODUTOS EM PROMOÇÃO - Durante o evento, todos os produtos demonstrados serão vendidos a preços promocionais. Trata-se de uma chance para consumidor conhecer, de fato, os produtos e poder escolher o que mais gostou antes de levar para casa. Além disso, a época da feira é estratégica, pois chega no período que antecede as festas de fim de ano, com ofertas bastante vantajosas para os visitantes. PROGRAMAÇÃO PARALELA - A programação ainda inclui apresentações de cozinha ao vivo - atividade capitaneada pela Devry/FBV; palestras, sorteios, mesa de frios sob o comando da Perini RioMar e degustação de produtos alimentícios, como queijos e cafés especiais. HORÁRIOS DA FEIRA EXPOSITORES CONFIRMADOS: INGRESSOS: REALIZAÇÃO: A realização é da Accriety Eventos & Treinamentos e Escrivinhos Comunicação e Consultoria. APOIO: SOBRE O NOME 'VARIEDADE': No mundo do vinho, a palavra "variedade" tem bastante significado. É usada para referir-se aos diferentes tipos de uvas utilizadas na elaboração da bebida; tem a ver com os distintos estilos de vinhos produzidos (tintos, brancos, rosés, espumantes.); diz respeito à quantidade de regiões vinícolas existentes no mundo e, agora, também é sinônimo da feira que veio para se firmar como um dos mais importantes eventos do calendário do vinho no Brasil.PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Feira Variedade,notícias,recife,Variedade sexta-feira, 3 de novembro de 2017 Casa dos Frios celebra 60 anos com feira de vinhosO vinho vai ganhar um espaço de destaque dentro das celebrações dos 60 anos da Casa dos Frios. Serão três dias dedicados à bebida, com degustação de mais de cem rótulos de tintos, brancos, rosés, espumantes e fortificados, que estarão disponíveis a preços promocionais. O Wine Day Edição Especial 60 anos da Casa dos Frios acontecerá de 08 a 10 de novembro, na unidade da Rui Barbosa (Graças), das 18h às 22h. EXPOSITORES Entre os expositores da feira estarão a Licínio Dias Importação, que vem com uma degustação especial dos prestigiados Cavas espanhóis da Freixenet, além dos espumantes portugueses Super Premium Raposeira. Ainda apresentará os vinhos argentinos da Alta Vista e espanhóis da Emilio Moro. Completam a degustação rótulos de produtores portugueses de ponta, como Esporão, Quinta dos Murças, Herdade dos Grous e Dow's. Também estarão presentes as importadoras Casa Flora e Porto a Porto, com vinhos do Novo e do Velho Mundo, entre eles os franceses de Bordeaux Château Reynon e os argentinos Alfredo Roca; a espanhola Freixenet com os seus prestigiados espumantes Cava e a Inovini, trazendo rótulos como os chilenos da Undurraga, os alemães da Dr. Loosen, os argentinos Doña Paula e os inusitados israelenses Yarden. A Zahil marcará presença com preciosidades como o libanês Château Kefraya, uruguaios da Bodegas Carrau, os portugueses da Casa Ferreirinha e Herdade do Peso e os argentinos Rutini e Salentein. Já a Barrinhas traz os diferenciados portugueses da Herdade da Malhadinha Nova e da tradicional Real Companhia Velha, assim como os vinhos verdes da Adega de Monção e os chilenos da Viña Indomita. A degustação ainda inclui uma boa mostra dos premiados espumantes brasileiros Casa Valduga e vinhos importados da Domno, como os chilenos Yali e os argentinos Vistalba. A WineBrands e a Berkmann exibirão uma seleção variada de rótulos, como os italianos Visconti della Rocca, os chilenos Haras de Pirque, os argentinos Ricitelli, os sul-africanos Niel Joubert e os norte-americanos Lost Angel. A Ridouro vem com uma bela seleção de portugueses da Quinta Maria Izabel, do Douro. Também estarão presentes os brasileiros da Don Guerino e uma seleção especial de rótulos de importação própria da Casa dos Frios, que em homenagem aos 60 anos da empresa, vai caprichar com vinhos franceses das regiões da Borgonha e Bordeaux, além de portugueses e espanhóis de pequenas produções. EXTRAS Quem participar do Wine Day vai poder desfrutar de mesas de frios com o padrão de qualidade da casa, além de ter a oportunidade de levar para casa os rótulos que estarão em exposição, a preços promocionais. Aliás, o ingresso já inclui um bônus de R$ 60 para a compra de vinhos durante o evento. INGRESSOS Os ingressos para o Wine Day (1º lote) custam R$ 120 por dia de evento, dos quais R$ 60 poderão ser revertidos em compras de vinhos no local. As vendas estão sendo realizadas nas unidades da Casa dos Frios das Graças, de Boa Viagem e do RioMar Shopping (Wine Bar Casa dos Frios). Vagas limitadas. WINE DAY | EDIÇÃO ESPECIAL 60 ANOS CASA DOS FRIOS Quando: 08, 09 e 10 de novembro de 2017 Horário: Das 18h às 22h. Onde: Casa dos Frios Rui Barbosa (Graças, Recife) Ingressos: R$ 120 para cada dia do evento (1º lote), dos quais R$ 60 poderão ser revertidos em compras de vinhos. Vendas: Casa dos Frios das Graças, Boa Viagem e RioMar Shopping (Wine Bar Casa dos Frios) Mais informações: (81) 2125-0000 | 2125-0231 PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Casa dos Frios,dicas,eventos,notícias,recife,Wine Day segunda-feira, 23 de outubro de 2017 Só deu Ouro para os espumantes nacionais no 10º Concurso do Espumante BrasileiroDE GARIBALDI (RS) Fotos: Jeferson Soldi A sexta-feira, dia 20 de outubro de 2017, revelou algo que há algum tempo já vem sendo atestado nas taças não só do Brasil mas de todo o Mundo: o espumante brasileiro vale Ouro. Nesse dia foi divulgado o resultado da 10º edição do Concurso do Espumante Brasileiro, realizado pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). Trata-se da maior edição da história da competição, com 308 amostras inscritas, produzidas por 80 vinícolas. Foi ainda a primeira vez onde todos os classificados entre os 30% melhores de cada categoria alcançaram pontuação correspondente a Medalha de Ouro, ou seja, de 88 a 91 pontos. Participaram espumantes elaborados por vinícolas de sete estados brasileiros, sendo eles: Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, mostrando a diversidade e versatilidade do produto. AS DEGUSTAÇÕES O júri, do qual honrosamente pude fazer parte, foi formado por 53 profissionais, entre enólogos, sommeliers e jornalistas especializados, que se revezaram em dois dias de degustações, na Câmara da Indústria e Comércio de Garibaldi (CIC). Os espumantes foram degustados às cegas, envolvendo as categorias espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e espumantes de primeira fermentação (moscatéis). O concurso seguiu as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE). Por acompanhar de perto o processo, posso atestar a seriedade do trabalho e o nível de eficiência alcançado pela organização do Concurso. Desde o serviço da bebida até a contagem eletrônica dos votos seguem um padrão compatível ao das maiores e mais importantes competições do gênero no Mundo. "O espumante brasileiro atingiu um alto nível, onde não podemos nos permitir cometer erros", enfatizou o presidente da ABE, Edegar Scortegagna (foto abaixo), lembrando que o local para a realização da competição não poderia ser outra além da cidade de Garibaldi, considerada a "Capital do Espumante Brasileiro". FENACHAMP Por falar em Garibaldi, a programação do concurso integrou a programação da Fenachamp 2017, uma deliciosa feira onde a estrela principal é o espumante produzido na região. A iniciativa também envolve gastronomia, música e uma série de eventos paralelos, que atraem turistas e impulsionam a economia local. Este ano, a Fenachamp começou no último dia 05 e vai até o dia 29/10, sempre às sextas, sábados e domingos. PREMIAÇÃO A divulgação dos resultados e entrega das medalhas aos vencedores do 10º Concurso do Espumante Brasileiro ocorreram em um coquetel realizado no CTG Sentinela da Serra. Seguindo o formato da edição anterior, a competição concedeu uma distinção especial aos espumantes que se sobressaíram nas suas categorias. Este ano, o prêmio homenageou Cleber Andrade, ex-presidente da ABE e um dos enólogos mais marcantes que o Brasil já teve. O Destaque Cleber Andrade foi entregue a seis espumantes, um em cada categoria. Para isso, ao final do concurso, foi realizada uma degustação de preferência entre os produtos que conquistaram Medalha de Ouro e melhores medianas, a fim de destacar a preferência dos jurados. Para mim, a parte mais difícil da degustação, devido ao alto padrão de qualidade das amostras a serem avaliadas. No caso de minha mesa, as amostras analisadas foram as de espumante brut elaborados pelo método tradicional. Simplesmente todas muito boas! Confira a lista dos Destaques de 2017: DESTAQUE ESPUMANTE BRUT MÉTODO TRADICIONAL Monte Paschoal Dedicato Espumante Champenoise Brut 2012 - Basso Vinhos e Espumantes DESTAQUE ESPUMANTE BRUT CHARMAT Ponto Nero Espumante Brut - Domno do Brasil DESTAQUE ESPUMANTE BRUT ROSÉ Cave Amadeu Espumante Brut Rosé - Vinícola Geisse DESTAQUE ESPUMANTE EXTRA BRUT E NATURE Don Guerino Cuvée Espumante Extra Brut - Don Guerino Vinhos Finos DESTAQUE ESPUMANTE DEMI-SEC Conde de Foucauld Espumante Demi-Sec Branco – Cooperativa Vinícola Aurora DESTAQUE ESPUMANTE MOSCATEL Monte Paschoal Espumante Moscatel Rosé- Basso Vinhos e Espumantes Consulte aqui a lista completa dos vencedores do do 10º Concurso do Espumante Brasileiro. PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Concurso do Espumante Brasileiro,espumantes,notícias segunda-feira, 2 de outubro de 2017 Aurora Riesling Itálico 2017 (#CBE)Com este post, aproveito e "mato dois coelhos com uma só cajadada". Explico. Este mês, o tema da nossa Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE), proposto pelo confrade Déco Rossi (Blog EnoDeco), foi de um vinho Riesling abaixo de R$ 100. Apesar da uva não ter parentesco com a Riesling (a única ligação é a semelhança dos nomes), escolhi para postar um vinho da uva Riesling Itálico (tem problema, Déco?). Trata-se de uma variedade pouco conhecida lá fora, mas muito utilizada no Brasil, principalmente para os espumantes. O vinho abaixo foi eleito um dos 16 mais representativos do Brasil na safra de 2017 e comentado por mim durante a 25ª Avaliação de Vinhos do Brasil (foto). Portanto, é uma satisfação falar dele por aqui. Vamos à descrição: Origem: Bento Gonçalves, Serra Gaúcha, Brasil. Produtor: Cooperativa Vinícola Aurora. Cor: Amarelo palha com reflexos esverdeados Olfato: Cítrico, com notas florais, de pera e um leve toque de baunilha. Paladar: Leve e agradável. Tem boa acidez, o que lhe confere frescor, além de um final prolongado. O sabor traz de volta as frutas cítricas e a baunilha, completando um conjunto muito saboroso, com final de médio a prolongado. Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Riesling Itálico, é uma boa pedida para tomar como sozinho ou acompanhando pratos leves e pescados. Média de preço: $$ (R$ 30 a R$60) Classificação: ⒷⒺⓈⓉ ⒷⓊⓎ - (Boa Compra)PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:#cbe,Aurora,Brasil,Confraria Brasileira de Enoblogs,Riesling Itálico,Vinhos do Brasil quinta-feira, 28 de setembro de 2017 Modelo no Velho Mundo, Indicações Geográficas começam a se desenhar no BrasilEm 1756, quando o Marquês de Pombal criou a primeira região vinícola demarcada do mundo, o Douro, em Portugal, ele criou um conceito que, mais tarde, veio a ser seguido pelos principais países produtores de vinhos não só da Europa, mas de todo o globo. E com o Brasil não poderia ser diferente. Com uma produção cada vez mais reconhecida, inclusive fora do país, os produtores nacionais resolveram, desde a década de 90, seguir o modelo de regiões demarcadas, diferenciando, assim, os mais distintos terroirs do Brasil. O Marco Legal das Indicações Geográficas (IG's) no Brasil é do ano de 1996, com publicação da Lei de Propriedade Industrial (LPI) Nº 9.279. De maneira resumida, essa Lei divide as IG's em duas categorias: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO). Vale lembrar que quem concede Indicações Geográficas no país é o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Entenda as diferenças: INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA (IP) "Considera-se indicação de procedência o nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que se tenha tornado conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de determinado serviço". Características da IP: -Diversidade de variedades -Diversidade de varietais, de cortes, de tipos de produtos -Maior flexibilidade para inovar -Maior flexibilidade DENOMINAÇÃO DE ORIGEM (DO) "Considera-se denominação de origem o nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que designe produto ou serviço cujas qualidades ou características e devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos". Características da DO: -Produto cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos -Manutenção da tipicidade ao longo do tempo -Tradição em produzir aquele produto -Menor flexibilidade para inovar (inovação, quando vira tradição) -Menor flexibilidade. De acordo com o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Jorge Tonietto (foto), as IP's e DO's são equivalentes. "Não existe hierarquia. O produtor precisa ver onde seu produto se encaixa", explica. O pesquisador observa que existe um regulamento de uso em relação às Indicações Geográficas, o qual envolve os seguintes requisitos: - Delimitação da área geográfica - As cultivares de videira autorizadas (por tipo de vinho quando for o caso) - O produto autorizado (tipos de vinhos) - Os sistemas de produção vitícola - A origem da uvas para vinificação (Na IP, os vinhos varietais devem ter 85% ou mais da uva indicada no rótulo. Já na DO, devem ter 100%) - A qualidade das uvas para vinificação - A área de elaboração dos vinhos - Os sistemas de elaboração - Práticas não autorizadas - Os padrões de qualidade analítica dos vinhos (mais restritivos que a lei do vinho) - Avaliação sensorial dos vinhos Para assegurar que todos esses requisitos sejam cumpridos, há um sistema de controle, via conselho regulador, que faz cumprir o regulamento da IP ou DO em questão. "As nossas normas de controle são semelhantes às da União Européia", completa Tonietto. INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS JÁ EXISTENTES NO BRASIL RIO GRANDE DO SUL: IP VALE DOS VINHEDOS Os primeiros passos das Indicações Geográficas no Brasil começaram em 1995, no Rio Grande do Sul, com a criação da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale). Em 2002, a entidade conseguiu formalizar a primeira IP do Brasil, com uma área delimitada de 81,23 km², englobando áreas dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. Algumas características: ⦁ Sete tipos de vinhos finos: Tinto Seco, Branco Seco, Rosado Seco, Vinho Leve, Espumante Fino, Moscatel Espumante, Vinho Licoroso ⦁ Variedades: 21 brancas e tintas de V. vinifera ⦁ Origem da uva: mínimo 85% da área delimitada ⦁ Sistema de produção: latada e outros ⦁ Produtividade máxima: 150 hl de vinho por ha ⦁ Vinhos elaborados, envelhecidos e engarrafados na área delimitada ⦁ Aprovação dos vinhos em análise sensorial, realizada às cegas, por comissão de degustação ⦁ Sistema de controle (Conselho Regulador) ⦁ Normas de rotulagem IP PINTO BANDEIRA Depois, em 2010, veio a IP de Pinto Bandeira, que tem como gestora a Associação dos Produtores de Vinho de Pinto Bandeira (Asprovinho), com áreas na cidades de Bento Gonçalves e Farroupilha, totalizando 81,38 km². Algumas características: ⦁ Produtos e variedades autorizadas: vinho espumante fino pelo método tradicional (Chardonnay, Pinot Noir, Riesling Itálico e Viognier), vinho fino tinto seco (Cabernet Franc, merlot, cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Tannat, Pinotage, Ancelotta e Sangiovese), vinho fino branco seco (chardonnay, Riesling Itálico, Moscato Branco, Moscato Giallo, Trebbiano, Malvasia Bianca, Malvasia de Candia, Sémillon, Peverella, Viognier, Sauvignon Blanc e Gewürztraminer) e vinho moscatel espumante (Moscato Branco, Moscato Giallo, Moscatel Nazareno, Moscato de Alexandria, Malvasia de Candia e Malvasia Bianca). ⦁ Origem da uva: mínimo 85% da área delimitada ⦁ Produtividade máxima: latada -12t/ha (14t/ha para moscatel espumante); espaldeira –9t/ha ⦁ Chaptalização (adição de açúcar) máxima de 2º GL ⦁ Vinhos elaborados, envelhecidos e engarrafados na área delimitada (exceção para tomada de espuma e engarrafamento do Moscatel espumante -Serra Gaúcha) ⦁ Aprovação dos vinhos em análise, às cegas, por comissão de degustação ⦁ Sistema de controle (Conselho Regulador) ⦁ Normas de rotulagem DO VALE DOS VINHEDOS Em 2012, a Aprovale conseguiu formalizar, além da IG já existente, a sua Denominação de Origem, sendo também pioneira neste outro tipo de indicação no país. Algumas características: ⦁ Vinho Fino Branco Seco (Chardonnay e Riesling Itálico) ⦁ Vinho Fino Tinto Seco (Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat) ⦁ Espumante Fino Nature, Extra Brut ou Brut (Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico) ⦁ Sistemas de condução em espaldeira ⦁ Proveniência das uvas para vinificação ⦁ Madeira: uso exclusivo de barricas de carvalho ⦁ Tempo mínimo de envelhecimento ⦁ Segunda fermentação na garrafa obrigatória para os espumantes ⦁ Tempo mínimo em contato com as borras ⦁ Cortes dos vinhos IP ALTOS MONTES No mesmo ano, foi a vez da Associação de Produtores dos Vinhos dos Altos Montes (Apromontes) ter a sua IP. A sua área compreende 173,84 km², nos municípios de Flores da Cunha e Nova Pádua. Algumas características: ⦁ Vinhos e variedades autorizadas: Vinho Tinto Fino Seco (Cabernet Franc, Merlot, Ancelotta, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Refosco, Marselan e Tannat) | Vinho Fino Rosado Seco (Pinot Noir e Merlot) | Vinho Fino Branco Seco (Riesling Itálico, Malvasia de Candia, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Gewurztraminer e Moscato Giallo) | Vinho Espumante Fino Branco ou Rosado (Chardonnay, Riesling Itálico, Pinot Noir e Trebbiano) | Vinho Moscatelo Espumante Branco ou Rosado (Moscato Branco, Moscato Bianco R2, Moscato Giallo, Moscato de Alexandria e Malvasias. ⦁ Origem da uva: mínimo 85% da área delimitada ⦁ Vinhedos cultivados em espaldeiras ⦁ Produtividade máxima/ha e qualidade da uva ⦁ Não autorizada a chaptalização (adição de açúcar) ⦁ Vinhos elaborados, envelhecidos e engarrafados na área delimitada (exceção para tomada de espuma e engarrafamento do Espumante fino no “Charmat” e dégorgementno “método tracidional” na Serra Gaúcha) ⦁ Aprovação dos vinhos em análise, às cegas, por comissão de degustação ⦁ Sistema de controle (Conselho Regulador) ⦁ Normas de rotulagem IP MONTE BELO Logo em seguida, em 2013, a Associação de Produtores dos Vinhos de Monte Belo (Aprobelo) também formalizou a sua IP, com 56,09 km², envolvendo as cidades de Monte Belo do Sul, Bento Gonçalves e Santa Tereza. Algumas características: ⦁ Vinho Espumante Fino Branco ou Rosado (elaborados com no mínimo 40% de Riesling Itálico e 30% de Pinot Noir, tendo no máximo 30% de Chardonnay e 10% de prosecco [Glera]. No método tradicional fica nove meses em contato com as leveduras) ⦁ Vinho Fino Branco Seco (Varietais - Riesling Itálico e Chardonnay. Elaborados com 85 a 100% da respectiva variedade | Não varietais - Elaborados com no mínimo 60% de Riesling Itálico e 20% de Chardonnay) ⦁ Vinho Moscatel Espumante Branco ou Rosado (Variedades autorizadas: Moscato Branco, Moscato Giallo, Moscato de Alexandria, Moscato de Hamburgo, Malvasia Bianca e Malvasia de Cândia - Vinhos elaborados com no mínimo 70% de uvas Moscato) ⦁ Vinho Fino Tinto Seco (Vinhos varietais: Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat - vinhos elaborados com 85 a 100% da respectiva variedade | Vinhos não varietais: elaborados com no mínimo 40% de Merlot, mais cortes de no máximo 40% de Cabernet Sauvignon, 30% de Cabernet Franc, 15% de Tannat/Egiodola/Alicante Bouschet) ⦁ Origem da uva: 100% da área delimitada ⦁ Sistema de produção: latada aberta ou espaldeira ⦁ Produtividade máxima e qualidade da uva ⦁ Vinhos elaborados, envelhecidos e engarrafados exclusivamente na área delimitada ⦁ Chaptalização (adição de açúcar): máxima de 2º GL (tintos) ⦁ Espumante fino no método tradicional: mínimo de 9 meses em contato com leveduras ⦁ Moscatel espumante:
Av. Conselheiro Rosa e Silva - Jaqueira, Recife - PE, Brasil
escrivinhos.com - - quinta-feira, 4 de janeiro de 2018 Terranova expressa caráter tropica…escrivinhos.com - - quinta-feira, 4 de janeiro de 2018 Terranova expressa caráter tropical nos seus novos rótulos Elaborado numa região de clima quente, localizada em plenosemiárido brasileiro, os espumantes Terranova, do grupo Miolo, ganharam novaroupagem. Os rótulos estão mais alegres e modernos, expressando a proposta dalinha, de frescor e alegria, o que pude conferir de perto, além de experimentar novamente o conteúdo das garrafas. Para mim, o carro-chefe da linha é o Terranova Brut Rosé. Elaboradocom a uva Grenache (o primeiro do Brasil), é um ótimo espumante para ser consumidona praia ou piscina. Pode ser tomado como aperitivo ou acompanhando frutos domar e pratos leves. O aroma lembra goiaba, morango e framboesa. No paladar, boaacidez e sabor frutado na medida. Já o Terranova Brut tem um toque floral, acompanhado denotas de manga. Assim como o Rosé, apresenta acidez correta e sabor agradável. Tem em suacomposição as uvas Chenin Blanc, Sauvignon Blanc e Verdejo. Por fim, oTerranova Demi-Sec, que é uma opção para quem gosta de uma bebida um pouco mais adocicada. Com leves notas de mel e acidez presente, vai bem para fazer drinks usando gelo. Também produzidoscom as variedades Chenin Blanc, Sauvignon Blanc e Verdejo. Os espumantes dalinha Terranova são elaborados através do método Charmat, com fermentaçãoapenas em tanques de inox. Na loja virtual da Miolo, os rótulos estão custando em tornode R$ 45 a unidade.PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Brasil,espumantes,Miolo,notícias,Terranova,Vale do São Francisco,Vinhos do Brasil quinta-feira, 21 de dezembro de 2017 Que vinho abrir na ceia de Natal? Como já é tradição aqui no blog, todos os anos faço um pequeno roteiro com sugestões de harmonização de vinho e comida para as festas de fim de ano. Neste fim ano de resolvi fazer diferente. Visitei o Empório TiaDulce, uma casa com quase 40 anos de tradição culinária, que agora está investindo forte também em vinhos, com uma adega muito bem estruturada e serviço de delivery na Região Metropolitana do Recife. Lá experimentei algumas delícias da época e preparei este pequeno guia que você pode seguir em casa, com os pratos mais consumidos nas festividades de Natal e Ano Novo. Para início de conversa, minha sugestão básica é: não precisa abrir vinhos caros nessas ocasiões (a não ser que você possa ou faça questão). Escolha rótulos de custo mais acessível, que todos possam compartilhar e se confraternizar, sem exageros, é claro! Confira as dicas, com sugestões de pratos e vinhos: UM VINHO SÓ PARA TODA A CEIA: A dica continua sendo o bom e velho espumante brut. Ele vai combinar com as entradinhas, pratos de peixes ou frutos do mar e também com os alimentos mais gordurosos, por conta de sua acidez. Opte pelos espumantes brancos ou rosés. Só evite com a sobremesa (confira as opções mais adiante). Pratos: Espumantes: PERU OU CHESTER: O prato mais tradicional da noite pede um tinto leve, com pouco tanino, como os elaborados com a uva Pinot Noir ou Gamay, os ainda um Côtes-du-Rhone ou um Chianti. Vai também com um branco mais encorpado, porém sem estágio em madeira. Pode ser um Chardonnay. Pratos: Vinhos: TENDER: Trata-se de um prato defumado, que normalmente vem acompanhado de um molho adocicado. Prove com um vinho tinto frutado, não muito potente e com boa acidez. Um Pinot Noir do Novo Mundo ou um Chianti simples vão bem. Se preferir um branco, a dica é um Riesling. Pratos: Vinhos: BACALHAU: Para este tipo de prato você pode optar por brancos ou tintos. Os brancos, de preferência, devem ser mais encorpados, como um branco alentejano. Se preferir um tinto, escolha um mais leve, como um Rioja jovem, Chianti ou Pinot Noir. Alguns preferem acompanhar bacalhau com Vinho Verde, mas eu acho que o sabor do bacalhau “passa por cima” da bebida, que tem pouco corpo. Pratos: Vinhos: PORCO: Para lombo, escolha um tinto leve, como um Merlot ou um alentejano, ou ainda um branco de corpo médio e boa acidez, como Chardonnay ou Viognier. Já para pernil, a ideia é saborear junto com um tinto encorpado, como um Shiraz, Cabernet Sauvignon, Malbec ou um português da Bairrada. Pratos: Vinhos: SOBREMESAS: Para as sobremesas com frutas, escolha um espumante moscatel. Para as com chocolate, vinho do Porto. As cremosas vão bem com os late harvest. Bolos e panetones podem ser apreciados com um Moscatel de Setúbal. Pratos: Vinhos: SERVIÇO: Empório Tia Dulce: (81) 3429-2263 | 98496-2769PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Ano Novo,dicas,harmonização,Natal segunda-feira, 4 de dezembro de 2017 Alcesti mostra as diferentes possibilidades de vinhos produzidos na região da Sicília Participei, há alguns dias, de um evento promovido pela Importadora de Vinhos Italianos Trinacria, com a presença do produtor Gianfranco Paladino, da vinícola siciliana Alcesti. Foi um momento muito interessante para conhecer melhor algumas particularidades deste terroir, tão rico em variedades viníferas. A iniciativa aconteceu no restaurante Ça Va, no Recife, com um jantar harmonizado. Sua propriedade compreende uma área de 30 hectares, no território que se estende entre Marsala, Mazara e Salemi, com altitude entre 100 e 280 m acima do nível do mar. Trata-se de um negócio passado de pai para filho, onde se produz vinhos biológicos, conforme explicou Paladino (à esquerda na foto acima, com o importador Marcello lo Monaco), com variedades autóctones (nativas) e também internacionais. Vale lembrar que a Sicília é a maior ilha do Mediterrâneo. Famosa pelo seu vulcão Etna, ainda em atividade, possui áreas montanhosas, com solos pobres e terrenos acidentados. É bastante iluminada pelo sol, com verões intensos e pouca chuva - condições ideais para as videiras produzirem frutos de qualidade. Antigamente, a Sicília estava focada em produzir grandes quantidades de vinho. Hoje, percebe-se que a preocupação dos produtores é com a qualidade dos produtos, que vem evoluindo a cada dia, como os degustado durante este evento. Entre os rótulos apresentados, alguns que acabaram de desembarcar em solo brasileiro: Alcesti L' Isola Dei Profumi Bianco Terre Siciliane IGT 2016 Elaborado com as variedades brancas locais Grecanico e Catarrato, trata-se de um vinho leve e fresco, com notas de frutas brancas e ligeiro floral. Uma boa pedida para os dias de calor, com uma ótima relação entre preço e qualidade. Classificação: ⒷⒺⓈⓉ ⒷⓊⓎ - Boa Compra | Média de preço: $$ - 30 a 60 Alcesti Zibibbo Terre Siciliane IGT 2016 Também produzido com uva variedade local, neste caso a Zibibbo, é um branco bem diferente, muito aromático. De cor amarelo palha esverdeado, tem aromas florais, de maçã verde e canela. Na boca mostra excelente acide e o sabor reflete as sensações do nariz, junto com uma 'ponta' mineral. Classificação: ★★★★☆ - Muito Bom/Excelente | Média de preço: $$$ - R$ 60 a 100 Alcesti Edesia Grillo Sicilia DOC 2016 Este branco é feito também com a uva nativa Grillo. Na taça, mostrou-se com coloração amarelo palha de reflexos dourados. O aroma traz notas que recordam mel, lichia, floral e um toque mineral. Na boca é bem estruturado, com ótima acidez. O sabor traz de volta as sensações do nariz. Classificação: ★★★★☆ - Muito Bom/Excelente | Média de preço: $$$ - R$ 60 a 100 Alcesti L' Isola Dei Profumi Rosso Terre Siciliane IGT 2016 A versão tinta do L' Isola Dei Profumi é elaborada com as uvas sicilianas Nero D’Avola e Perricone. Tem cor violeta brilhante e pouco profunda. Seu aroma mostra notas florais, de cereja e de grama cortada. Paladar de corpo leve, bem redondo, com taninos macios e acidez presente. O sabor corresponde às características do olfato. Classificação: ⒷⒺⓈⓉ ⒷⓊⓎ - Boa Compra | Média de preço: $$ - R$ 30 a 60 Alcesti Admeto Syrah Sicilia DOC 2015 Já este tinto é feito com a variedade francesa Syrah, que se dá muito bem na Sicília. Apresenta um gostoso aroma que mescla notas florais, de canela, pimenta branca e ameixa. Médio corpo a leve corpo, com boa acidez e taninos presentes. Simples, porém bem feito e agradável. Maturou seis meses em barricas de carvalho francês. Classificação: ★★★ - Bom | Média de preço: $$$ - R$ 60 a 100 Os próximos vinhos, embora já conhecidos pelo público local, também tiveram um bom destaque na degustação. Confira as impressões: Alcesti Nesos Nero d’Avola DOC 2013 Na sua composição está a uva tinta emblemática da Sicília, a Nero d’Avola. Possui elegante e discreto aroma que recorda frutas vermelhas e negras, alecrim, canela, noz moscada e chocolate. Corpo medio, leve, fresco, equilibrado, formando um conjunto bem harmonioso. O vinho maturou seis meses em barris de madeira francesa. Classificação: ★★★★☆ - Muito Bom/Excelente | Média de preço: $$$ - R$ 60 a 100 Alcesti Narké dei Poeti Sicilia IGT 2010 Um corte de Nero d'Avola e Cabernet Sauvignon, com maturação de um ano em barris de carvalho e seis meses em garrafa. Este mostra-se mais evoluído e complexo, envolvendo aromas de alcaçuz, baunilha, fruta em compota, fumo e especiarias. Paladar de médio a encorpado, com ótimo equilíbrio entre taninos e acidez e final prolongado. O sabor assemelha-se às sensações do nariz. Classificação: ★★★★★ - Excelente | Média de preço: $$$$ - R$ 100 a 200 Mais sobre a Importadora Trinacria | onde encontrar os vinhos: www.importadoratrinacria.com.brPorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Alcesti,Importadora Trinacria,Itália,Sicília quinta-feira, 9 de novembro de 2017 Segunda edição da Feira de Vinhos Variedade chega ao Recife maior e ainda mais sortida A mais expressiva feira de vinhos do Norte/Nordeste chega ainda maior nesta sua segunda edição. Este ano, a Variedade acontecerá nos próximos dias 15 e 17 de novembro (quarta a sexta), no RioMar Shopping, no Recife, trazendo novos expositores e veteranos, ocupando uma área com cerca de 800 m², no piso L3 do shopping. MIX - O evento reunirá importadores e distribuidores de vinhos, que apresentarão seus produtos ao público, com degustação e explanações. Serão cerca de 200 rótulos de diversas nacionalidades em exposição. Este ano, a expectativa dos organizadores é de receber um público de aproximadamente 500 pessoas durante cada dia da feira. O evento é direcionado ao público em geral, especialmente os apreciadores de vinhos e aqueles que estão em busca de mais conhecimento sobre a bebida, além de estudantes e profissionais do setor. Estes últimos têm na feira uma boa oportunidade de prospectar e fechar negócios para seus restaurantes, lojas e afins. PRODUTOS EM PROMOÇÃO - Durante o evento, todos os produtos demonstrados serão vendidos a preços promocionais. Trata-se de uma chance para consumidor conhecer, de fato, os produtos e poder escolher o que mais gostou antes de levar para casa. Além disso, a época da feira é estratégica, pois chega no período que antecede as festas de fim de ano, com ofertas bastante vantajosas para os visitantes. PROGRAMAÇÃO PARALELA - A programação ainda inclui apresentações de cozinha ao vivo - atividade capitaneada pela Devry/FBV; palestras, sorteios, mesa de frios sob o comando da Perini RioMar e degustação de produtos alimentícios, como queijos e cafés especiais. HORÁRIOS DA FEIRA EXPOSITORES CONFIRMADOS: INGRESSOS: REALIZAÇÃO: A realização é da Accriety Eventos & Treinamentos e Escrivinhos Comunicação e Consultoria. APOIO: SOBRE O NOME 'VARIEDADE': No mundo do vinho, a palavra "variedade" tem bastante significado. É usada para referir-se aos diferentes tipos de uvas utilizadas na elaboração da bebida; tem a ver com os distintos estilos de vinhos produzidos (tintos, brancos, rosés, espumantes.); diz respeito à quantidade de regiões vinícolas existentes no mundo e, agora, também é sinônimo da feira que veio para se firmar como um dos mais importantes eventos do calendário do vinho no Brasil.PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Feira Variedade,notícias,recife,Variedade sexta-feira, 3 de novembro de 2017 Casa dos Frios celebra 60 anos com feira de vinhosO vinho vai ganhar um espaço de destaque dentro das celebrações dos 60 anos da Casa dos Frios. Serão três dias dedicados à bebida, com degustação de mais de cem rótulos de tintos, brancos, rosés, espumantes e fortificados, que estarão disponíveis a preços promocionais. O Wine Day Edição Especial 60 anos da Casa dos Frios acontecerá de 08 a 10 de novembro, na unidade da Rui Barbosa (Graças), das 18h às 22h. EXPOSITORES Entre os expositores da feira estarão a Licínio Dias Importação, que vem com uma degustação especial dos prestigiados Cavas espanhóis da Freixenet, além dos espumantes portugueses Super Premium Raposeira. Ainda apresentará os vinhos argentinos da Alta Vista e espanhóis da Emilio Moro. Completam a degustação rótulos de produtores portugueses de ponta, como Esporão, Quinta dos Murças, Herdade dos Grous e Dow's. Também estarão presentes as importadoras Casa Flora e Porto a Porto, com vinhos do Novo e do Velho Mundo, entre eles os franceses de Bordeaux Château Reynon e os argentinos Alfredo Roca; a espanhola Freixenet com os seus prestigiados espumantes Cava e a Inovini, trazendo rótulos como os chilenos da Undurraga, os alemães da Dr. Loosen, os argentinos Doña Paula e os inusitados israelenses Yarden. A Zahil marcará presença com preciosidades como o libanês Château Kefraya, uruguaios da Bodegas Carrau, os portugueses da Casa Ferreirinha e Herdade do Peso e os argentinos Rutini e Salentein. Já a Barrinhas traz os diferenciados portugueses da Herdade da Malhadinha Nova e da tradicional Real Companhia Velha, assim como os vinhos verdes da Adega de Monção e os chilenos da Viña Indomita. A degustação ainda inclui uma boa mostra dos premiados espumantes brasileiros Casa Valduga e vinhos importados da Domno, como os chilenos Yali e os argentinos Vistalba. A WineBrands e a Berkmann exibirão uma seleção variada de rótulos, como os italianos Visconti della Rocca, os chilenos Haras de Pirque, os argentinos Ricitelli, os sul-africanos Niel Joubert e os norte-americanos Lost Angel. A Ridouro vem com uma bela seleção de portugueses da Quinta Maria Izabel, do Douro. Também estarão presentes os brasileiros da Don Guerino e uma seleção especial de rótulos de importação própria da Casa dos Frios, que em homenagem aos 60 anos da empresa, vai caprichar com vinhos franceses das regiões da Borgonha e Bordeaux, além de portugueses e espanhóis de pequenas produções. EXTRAS Quem participar do Wine Day vai poder desfrutar de mesas de frios com o padrão de qualidade da casa, além de ter a oportunidade de levar para casa os rótulos que estarão em exposição, a preços promocionais. Aliás, o ingresso já inclui um bônus de R$ 60 para a compra de vinhos durante o evento. INGRESSOS Os ingressos para o Wine Day (1º lote) custam R$ 120 por dia de evento, dos quais R$ 60 poderão ser revertidos em compras de vinhos no local. As vendas estão sendo realizadas nas unidades da Casa dos Frios das Graças, de Boa Viagem e do RioMar Shopping (Wine Bar Casa dos Frios). Vagas limitadas. WINE DAY | EDIÇÃO ESPECIAL 60 ANOS CASA DOS FRIOS Quando: 08, 09 e 10 de novembro de 2017 Horário: Das 18h às 22h. Onde: Casa dos Frios Rui Barbosa (Graças, Recife) Ingressos: R$ 120 para cada dia do evento (1º lote), dos quais R$ 60 poderão ser revertidos em compras de vinhos. Vendas: Casa dos Frios das Graças, Boa Viagem e RioMar Shopping (Wine Bar Casa dos Frios) Mais informações: (81) 2125-0000 | 2125-0231 PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Casa dos Frios,dicas,eventos,notícias,recife,Wine Day segunda-feira, 23 de outubro de 2017 Só deu Ouro para os espumantes nacionais no 10º Concurso do Espumante BrasileiroDE GARIBALDI (RS) Fotos: Jeferson Soldi A sexta-feira, dia 20 de outubro de 2017, revelou algo que há algum tempo já vem sendo atestado nas taças não só do Brasil mas de todo o Mundo: o espumante brasileiro vale Ouro. Nesse dia foi divulgado o resultado da 10º edição do Concurso do Espumante Brasileiro, realizado pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). Trata-se da maior edição da história da competição, com 308 amostras inscritas, produzidas por 80 vinícolas. Foi ainda a primeira vez onde todos os classificados entre os 30% melhores de cada categoria alcançaram pontuação correspondente a Medalha de Ouro, ou seja, de 88 a 91 pontos. Participaram espumantes elaborados por vinícolas de sete estados brasileiros, sendo eles: Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, mostrando a diversidade e versatilidade do produto. AS DEGUSTAÇÕES O júri, do qual honrosamente pude fazer parte, foi formado por 53 profissionais, entre enólogos, sommeliers e jornalistas especializados, que se revezaram em dois dias de degustações, na Câmara da Indústria e Comércio de Garibaldi (CIC). Os espumantes foram degustados às cegas, envolvendo as categorias espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e espumantes de primeira fermentação (moscatéis). O concurso seguiu as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE). Por acompanhar de perto o processo, posso atestar a seriedade do trabalho e o nível de eficiência alcançado pela organização do Concurso. Desde o serviço da bebida até a contagem eletrônica dos votos seguem um padrão compatível ao das maiores e mais importantes competições do gênero no Mundo. "O espumante brasileiro atingiu um alto nível, onde não podemos nos permitir cometer erros", enfatizou o presidente da ABE, Edegar Scortegagna (foto abaixo), lembrando que o local para a realização da competição não poderia ser outra além da cidade de Garibaldi, considerada a "Capital do Espumante Brasileiro". FENACHAMP Por falar em Garibaldi, a programação do concurso integrou a programação da Fenachamp 2017, uma deliciosa feira onde a estrela principal é o espumante produzido na região. A iniciativa também envolve gastronomia, música e uma série de eventos paralelos, que atraem turistas e impulsionam a economia local. Este ano, a Fenachamp começou no último dia 05 e vai até o dia 29/10, sempre às sextas, sábados e domingos. PREMIAÇÃO A divulgação dos resultados e entrega das medalhas aos vencedores do 10º Concurso do Espumante Brasileiro ocorreram em um coquetel realizado no CTG Sentinela da Serra. Seguindo o formato da edição anterior, a competição concedeu uma distinção especial aos espumantes que se sobressaíram nas suas categorias. Este ano, o prêmio homenageou Cleber Andrade, ex-presidente da ABE e um dos enólogos mais marcantes que o Brasil já teve. O Destaque Cleber Andrade foi entregue a seis espumantes, um em cada categoria. Para isso, ao final do concurso, foi realizada uma degustação de preferência entre os produtos que conquistaram Medalha de Ouro e melhores medianas, a fim de destacar a preferência dos jurados. Para mim, a parte mais difícil da degustação, devido ao alto padrão de qualidade das amostras a serem avaliadas. No caso de minha mesa, as amostras analisadas foram as de espumante brut elaborados pelo método tradicional. Simplesmente todas muito boas! Confira a lista dos Destaques de 2017: DESTAQUE ESPUMANTE BRUT MÉTODO TRADICIONAL Monte Paschoal Dedicato Espumante Champenoise Brut 2012 - Basso Vinhos e Espumantes DESTAQUE ESPUMANTE BRUT CHARMAT Ponto Nero Espumante Brut - Domno do Brasil DESTAQUE ESPUMANTE BRUT ROSÉ Cave Amadeu Espumante Brut Rosé - Vinícola Geisse DESTAQUE ESPUMANTE EXTRA BRUT E NATURE Don Guerino Cuvée Espumante Extra Brut - Don Guerino Vinhos Finos DESTAQUE ESPUMANTE DEMI-SEC Conde de Foucauld Espumante Demi-Sec Branco – Cooperativa Vinícola Aurora DESTAQUE ESPUMANTE MOSCATEL Monte Paschoal Espumante Moscatel Rosé- Basso Vinhos e Espumantes Consulte aqui a lista completa dos vencedores do do 10º Concurso do Espumante Brasileiro. PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:Concurso do Espumante Brasileiro,espumantes,notícias segunda-feira, 2 de outubro de 2017 Aurora Riesling Itálico 2017 (#CBE)Com este post, aproveito e "mato dois coelhos com uma só cajadada". Explico. Este mês, o tema da nossa Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE), proposto pelo confrade Déco Rossi (Blog EnoDeco), foi de um vinho Riesling abaixo de R$ 100. Apesar da uva não ter parentesco com a Riesling (a única ligação é a semelhança dos nomes), escolhi para postar um vinho da uva Riesling Itálico (tem problema, Déco?). Trata-se de uma variedade pouco conhecida lá fora, mas muito utilizada no Brasil, principalmente para os espumantes. O vinho abaixo foi eleito um dos 16 mais representativos do Brasil na safra de 2017 e comentado por mim durante a 25ª Avaliação de Vinhos do Brasil (foto). Portanto, é uma satisfação falar dele por aqui. Vamos à descrição: Origem: Bento Gonçalves, Serra Gaúcha, Brasil. Produtor: Cooperativa Vinícola Aurora. Cor: Amarelo palha com reflexos esverdeados Olfato: Cítrico, com notas florais, de pera e um leve toque de baunilha. Paladar: Leve e agradável. Tem boa acidez, o que lhe confere frescor, além de um final prolongado. O sabor traz de volta as frutas cítricas e a baunilha, completando um conjunto muito saboroso, com final de médio a prolongado. Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Riesling Itálico, é uma boa pedida para tomar como sozinho ou acompanhando pratos leves e pescados. Média de preço: $$ (R$ 30 a R$60) Classificação: ⒷⒺⓈⓉ ⒷⓊⓎ - (Boa Compra)PorFabiana Gonçalves comenteLinks para esta postagemEnviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o PinterestMarcadores:#cbe,Aurora,Brasil,Confraria Brasileira de Enoblogs,Riesling Itálico,Vinhos do Brasil quinta-feira, 28 de setembro de 2017 Modelo no Velho Mundo, Indicações Geográficas começam a se desenhar no BrasilEm 1756, quando o Marquês de Pombal criou a primeira região vinícola demarcada do mundo, o Douro, em Portugal, ele criou um conceito que, mais tarde, veio a ser seguido pelos principais países produtores de vinhos não só da Europa, mas de todo o globo. E com o Brasil não poderia ser diferente. Com uma produção cada vez mais reconhecida, inclusive fora do país, os produtores nacionais resolveram, desde a década de 90, seguir o modelo de regiões demarcadas, diferenciando, assim, os mais distintos terroirs do Brasil. O Marco Legal das Indicações Geográficas (IG's) no Brasil é do ano de 1996, com publicação da Lei de Propriedade Industrial (LPI) Nº 9.279. De maneira resumida, essa Lei divide as IG's em duas categorias: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO). Vale lembrar que quem concede Indicações Geográficas no país é o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Entenda as diferenças: INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA (IP) "Considera-se indicação de procedência o nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que se tenha tornado conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de determinado serviço". Características da IP: -Diversidade de variedades -Diversidade de varietais, de cortes, de tipos de produtos -Maior flexibilidade para inovar -Maior flexibilidade DENOMINAÇÃO DE ORIGEM (DO) "Considera-se denominação de origem o nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que designe produto ou serviço cujas qualidades ou características e devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos". Características da DO: -Produto cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos -Manutenção da tipicidade ao longo do tempo -Tradição em produzir aquele produto -Menor flexibilidade para inovar (inovação, quando vira tradição) -Menor flexibilidade. De acordo com o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Jorge Tonietto (foto), as IP's e DO's são equivalentes. "Não existe hierarquia. O produtor precisa ver onde seu produto se encaixa", explica. O pesquisador observa que existe um regulamento de uso em relação às Indicações Geográficas, o qual envolve os seguintes requisitos: - Delimitação da área geográfica - As cultivares de videira autorizadas (por tipo de vinho quando for o caso) - O produto autorizado (tipos de vinhos) - Os sistemas de produção vitícola - A origem da uvas para vinificação (Na IP, os vinhos varietais devem ter 85% ou mais da uva indicada no rótulo. Já na DO, devem ter 100%) - A qualidade das uvas para vinificação - A área de elaboração dos vinhos - Os sistemas de elaboração - Práticas não autorizadas - Os padrões de qualidade analítica dos vinhos (mais restritivos que a lei do vinho) - Avaliação sensorial dos vinhos Para assegurar que todos esses requisitos sejam cumpridos, há um sistema de controle, via conselho regulador, que faz cumprir o regulamento da IP ou DO em questão. "As nossas normas de controle são semelhantes às da União Européia", completa Tonietto. INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS JÁ EXISTENTES NO BRASIL RIO GRANDE DO SUL: IP VALE DOS VINHEDOS Os primeiros passos das Indicações Geográficas no Brasil começaram em 1995, no Rio Grande do Sul, com a criação da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale). Em 2002, a entidade conseguiu formalizar a primeira IP do Brasil, com uma área delimitada de 81,23 km², englobando áreas dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. Algumas características: ⦁ Sete tipos de vinhos finos: Tinto Seco, Branco Seco, Rosado Seco, Vinho Leve, Espumante Fino, Moscatel Espumante, Vinho Licoroso ⦁ Variedades: 21 brancas e tintas de V. vinifera ⦁ Origem da uva: mínimo 85% da área delimitada ⦁ Sistema de produção: latada e outros ⦁ Produtividade máxima: 150 hl de vinho por ha ⦁ Vinhos elaborados, envelhecidos e engarrafados na área delimitada ⦁ Aprovação dos vinhos em análise sensorial, realizada às cegas, por comissão de degustação ⦁ Sistema de controle (Conselho Regulador) ⦁ Normas de rotulagem IP PINTO BANDEIRA Depois, em 2010, veio a IP de Pinto Bandeira, que tem como gestora a Associação dos Produtores de Vinho de Pinto Bandeira (Asprovinho), com áreas na cidades de Bento Gonçalves e Farroupilha, totalizando 81,38 km². Algumas características: ⦁ Produtos e variedades autorizadas: vinho espumante fino pelo método tradicional (Chardonnay, Pinot Noir, Riesling Itálico e Viognier), vinho fino tinto seco (Cabernet Franc, merlot, cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Tannat, Pinotage, Ancelotta e Sangiovese), vinho fino branco seco (chardonnay, Riesling Itálico, Moscato Branco, Moscato Giallo, Trebbiano, Malvasia Bianca, Malvasia de Candia, Sémillon, Peverella, Viognier, Sauvignon Blanc e Gewürztraminer) e vinho moscatel espumante (Moscato Branco, Moscato Giallo, Moscatel Nazareno, Moscato de Alexandria, Malvasia de Candia e Malvasia Bianca). ⦁ Origem da uva: mínimo 85% da área delimitada ⦁ Produtividade máxima: latada -12t/ha (14t/ha para moscatel espumante); espaldeira –9t/ha ⦁ Chaptalização (adição de açúcar) máxima de 2º GL ⦁ Vinhos elaborados, envelhecidos e engarrafados na área delimitada (exceção para tomada de espuma e engarrafamento do Moscatel espumante -Serra Gaúcha) ⦁ Aprovação dos vinhos em análise, às cegas, por comissão de degustação ⦁ Sistema de controle (Conselho Regulador) ⦁ Normas de rotulagem DO VALE DOS VINHEDOS Em 2012, a Aprovale conseguiu formalizar, além da IG já existente, a sua Denominação de Origem, sendo também pioneira neste outro tipo de indicação no país. Algumas características: ⦁ Vinho Fino Branco Seco (Chardonnay e Riesling Itálico) ⦁ Vinho Fino Tinto Seco (Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat) ⦁ Espumante Fino Nature, Extra Brut ou Brut (Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico) ⦁ Sistemas de condução em espaldeira ⦁ Proveniência das uvas para vinificação ⦁ Madeira: uso exclusivo de barricas de carvalho ⦁ Tempo mínimo de envelhecimento ⦁ Segunda fermentação na garrafa obrigatória para os espumantes ⦁ Tempo mínimo em contato com as borras ⦁ Cortes dos vinhos IP ALTOS MONTES No mesmo ano, foi a vez da Associação de Produtores dos Vinhos dos Altos Montes (Apromontes) ter a sua IP. A sua área compreende 173,84 km², nos municípios de Flores da Cunha e Nova Pádua. Algumas características: ⦁ Vinhos e variedades autorizadas: Vinho Tinto Fino Seco (Cabernet Franc, Merlot, Ancelotta, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Refosco, Marselan e Tannat) | Vinho Fino Rosado Seco (Pinot Noir e Merlot) | Vinho Fino Branco Seco (Riesling Itálico, Malvasia de Candia, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Gewurztraminer e Moscato Giallo) | Vinho Espumante Fino Branco ou Rosado (Chardonnay, Riesling Itálico, Pinot Noir e Trebbiano) | Vinho Moscatelo Espumante Branco ou Rosado (Moscato Branco, Moscato Bianco R2, Moscato Giallo, Moscato de Alexandria e Malvasias. ⦁ Origem da uva: mínimo 85% da área delimitada ⦁ Vinhedos cultivados em espaldeiras ⦁ Produtividade máxima/ha e qualidade da uva ⦁ Não autorizada a chaptalização (adição de açúcar) ⦁ Vinhos elaborados, envelhecidos e engarrafados na área delimitada (exceção para tomada de espuma e engarrafamento do Espumante fino no “Charmat” e dégorgementno “método tracidional” na Serra Gaúcha) ⦁ Aprovação dos vinhos em análise, às cegas, por comissão de degustação ⦁ Sistema de controle (Conselho Regulador) ⦁ Normas de rotulagem IP MONTE BELO Logo em seguida, em 2013, a Associação de Produtores dos Vinhos de Monte Belo (Aprobelo) também formalizou a sua IP, com 56,09 km², envolvendo as cidades de Monte Belo do Sul, Bento Gonçalves e Santa Tereza. Algumas características: ⦁ Vinho Espumante Fino Branco ou Rosado (elaborados com no mínimo 40% de Riesling Itálico e 30% de Pinot Noir, tendo no máximo 30% de Chardonnay e 10% de prosecco [Glera]. No método tradicional fica nove meses em contato com as leveduras) ⦁ Vinho Fino Branco Seco (Varietais - Riesling Itálico e Chardonnay. Elaborados com 85 a 100% da respectiva variedade | Não varietais - Elaborados com no mínimo 60% de Riesling Itálico e 20% de Chardonnay) ⦁ Vinho Moscatel Espumante Branco ou Rosado (Variedades autorizadas: Moscato Branco, Moscato Giallo, Moscato de Alexandria, Moscato de Hamburgo, Malvasia Bianca e Malvasia de Cândia - Vinhos elaborados com no mínimo 70% de uvas Moscato) ⦁ Vinho Fino Tinto Seco (Vinhos varietais: Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat - vinhos elaborados com 85 a 100% da respectiva variedade | Vinhos não varietais: elaborados com no mínimo 40% de Merlot, mais cortes de no máximo 40% de Cabernet Sauvignon, 30% de Cabernet Franc, 15% de Tannat/Egiodola/Alicante Bouschet) ⦁ Origem da uva: 100% da área delimitada ⦁ Sistema de produção: latada aberta ou espaldeira ⦁ Produtividade máxima e qualidade da uva ⦁ Vinhos elaborados, envelhecidos e engarrafados exclusivamente na área delimitada ⦁ Chaptalização (adição de açúcar): máxima de 2º GL (tintos) ⦁ Espumante fino no método tradicional: mínimo de 9 meses em contato com leveduras ⦁ Moscatel espumante:
Pan Jovem Jaqueira
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