Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Serra do Navio - AP

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Serra do Navio - AP

Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque - - Blog segunda-feira, 15 de janeiro de 2018 Inscrições para o 1º concurso de fotografia sobre áreas protegidas do bioma amazônico estão abertasFotografia de divulgação do concurso Se você tem 18anos ou mais e é servidor, guia, funcionário, brigadista, pesquisador,comunitário ou tem algum outro vínculo com as Unidades de Conservação (UC) da Amazônia,envie suas fotos e participe do 1° Concurso Regional de Fotografia sobre áreasprotegidas do bioma amazônico.
A competição é realizada pelo Projeto Integração dasÁreas Protegidas do Bioma Amazônico (IAPA).
As inscrições ocorrem até 25 de fevereiro, pela internet.
De acordo com o edital, as fotografias dos concorrentes devemter sido feitas dentro dos limites das áreas protegidas que fazem parte dobioma amazônico.
Meios de vida e cultura, conservação e uso sustentável doterritório, biodiversidade, ameaças e desafios, são os temas propostos aos integrantespara participação no concurso.
Conforme o edital, as fotografias devem ser enviadas emformato JPG ou PNG, com resolução superior a 5 MB.
As imagens devem ser encaminhadaspor e-mail, para o endereço:[email protected]
com.
Cada participante pode enviar no máximo duas fotos por assunto.
ProcessoDe Classificação Uma avaliação inicial será realizada para verificarse todas as imagens atendam aos requisitos mínimos estabelecido, tais como:dados, resolução, relevância.
Segundo o edital, serão escolhidas 20 melhoresfotografias (ou o número de imagens que o jurado determinar) como parte dobanco de imagens do projeto e podem ser usadas em diferentes tipos de publicações,impressas ou digitais.
O júri atribuirá o reconhecimento ao primeiro e segundolugar.
O edital esclarece que o primeiro lugar ganharáuma experiência em uma área protegida do bioma amazônico fora do país de origem,com todas as despesas pagas, além de divulgação das fotografias na mídia institucionaldos parceiros e aliados do projeto.
O segundo, receberá divulgação das imagens na mídia institucional, tais como em produtos impressos e digitais do projeto IAPA, com seus respectivos créditos.
Ficou interessado? Então envie suas fotografiasaté dia 25 de fevereiro de 2018.
Saiba mais informações no site: http://redparques.
com/primer-concurso-regional-de-fotografia-sobre-areas-protegidas-amazonicas/, ou acesse o edital: http://redparques.
com/wp-content/uploads/2017/12/Bases_Concurso_Fotografía_Vision_Amazonica_2017.
pdfPorAline Paivaàs22:14Nenhum comentário: Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest sexta-feira, 3 de novembro de 2017 Tumucumaque recebe curso de capacitação de Monitores da BiodiversidadeCurso foi realizado no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque Foto: Laís Fernandes De 23 a 28 de outubro,comunitários da Perimetral Norte, Serra do Navio, Calçoene, Cunani e Vila Velhado Cassiporé participaram do III Curso de Capacitação de Monitores da Biodiversidadedos Parques Nacionais Montanhas do Tumucumaque e Cabo Orange.
O treinamento érealizado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)e Instituto de Pesquisas Ecológica (IPÊ).
Uma nova capacitação está previstapara 2018.
No curso sãodemonstrados de forma prática o módulo básico do componente florestal doPrograma Nacional de Monitoramento da Biodiversidade.
“O módulo básico écomposto pelos protocolos de borboletas frugívoras, plantas lenhosas emamíferos diurno de médio de grande porte e aves cinegéticas.
Aves cinegéticassão o comumente alvo de caça.
Os monitores também tiveram instrução sobre procedimentosde segurança em campo.
Tudo feito de forma bem prática”, explica a consultorado IPÊ, Laís Fernandes.
Treze pessoas foramcapacitadas durante o treinamento que aconteceu no Parque Nacional Montanhas doTumucumaque (PNMT).
Comunitários que moram nas comunidades de Cunani, Calçoenee Vila Velha do Cassiporé, nos arredores do Parque Nacional do Cabo Orange(PNCO), também participaram do curso.
“Os jovens sãoselecionados de acordo com as habilidades próprias, precisam ser comunitáriosdo entorno do parque porque com isso eles conhecem a região e tem facilidadepara o avistamento de fauna.
A seleção é feita pela gestão da unidade,monitores que já estão no projeto, consultora do IPÊ e lideranças comunitárias”,explica Laís Fernandes.
O curso contou também coma presença da coordenadora executiva do projeto, Cristina Tófoli, e osinstrutores do IPÊ Paulo Bonavigo e Camila Lemke, que desenvolvem as ações doprojeto na FLONA Jamari, em Rondônia.
Acompanhe abaixo imagens de como foi o III Curso de Capacitação de Monitores da Biodiversidade: Foto: Laís Fernandes Foto: Laís Fernandes Foto: Cassandra Oliveira Foto: Cassandra Oliveira Foto: Cassandra Oliveira Foto: Cassandra Oliveira PorAline Paivaàs11:59Nenhum comentário: Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest quinta-feira, 28 de setembro de 2017 “Uma reserva deslumbrante e de tal importância deve ser preservada com todas as forças”, diz turista sobre TumucumaqueO baiano Welber encarou junto com a esposa as aventuras do Tumucumaque Foto: Arquivo pessoal Na sua primeira viagem aoAmapá e também a Amazônia, o baiano Welder Novais, de 31 anos, decide seaventurar no maior Parque Nacional do Brasil, o PARNA Montanhas do Tumucumaque(PNMT).
O engenheiro cível veio acompanhado da esposa para conhecer as belezascênicas da Unidade de Conservação (UC).
“Uma reserva deslumbrante e detal importância que deve ser preservada com todas as forças pelo Estado, a fimde deixar toda aquela maravilha que tivemos o privilégio de ver permanecer disponívelpara as próximas gerações”, relata Welber.
Banhos no Amapari foram algumas das atividades  realizadas pelo casalA visita ao Tumucumaqueaconteceu de 7 a 10 de setembro.
Welber e a esposa vieram de avião de Salvadoraté Macapá, capital do Amapá.
De carro percorreram 203 quilômetros até omunicípio de Serra do Navio e seguiram de lancha até o Parque, onde ficaramalojados no Centro Rústico de Vivência (CRV), na confluência dos rios Amapari eSão Felício (Rio Feliz).
“Decidi viajar para o Amapáporque é um estado ainda desconhecido para muitos brasileiros e pela grandedimensão do PNMT”, fala.
Welber conta que o contatodireto com a natureza junto com o compartilhamento de ideias e sentimentos compessoas da região ampliaram seus horizontes socioculturais.
“Sempre é muito bom estarperto da natureza.
É um verdadeiro presente do Criador para nós.
Para mim,particularmente, é uma ocasião em que me ‘desintoxico’ das mazelas da cidadegrande e ‘limpo’ a minha vista.
Gosto e sempre estou realizando estes tipos depasseios que envolvem trilhas, cachoeiras, fauna, flora e natureza de um modogeral”, explica.
Selfie na casa de barcos do Tumucumaque, em Serra do NavioRoteiro Banhos em bancos de areia do RioAmapari e no Igarapé Geladeira, contemplação da variedade de espécies da faunae flora locais, apreciação da culinária local, foram algumas das atividadesapreciadas pelos turistas durante a visita ao Tumucumaque.
“A grandeza dos Angelins e oreflexo da mata no Rio Amapari enquanto viajávamos de barco ficaram gravados namemória do meu celular e também na minha retina”, conta Welber.
Segundo Marcelo de Sá Gomes, GestorAmbiental e Guia de turismo responsável pela expedição ao Parque, o casaltambém conheceu um sítio arqueológico e a Ilha do Abacaxi, localizada em frenteao CRV.
Marcelo que é Guia de turismodesde 2004, ressalta que a experiência com esse grupo no Tumucumaque foi muitoprazerosa.
Ele diz que o turismo valoriza as pessoas do entorno da UC.
 “Todos os produtos dealimentação foram comprados em Serra do Navio e os Pilotos e a cozinheiratambém eram da região”, diz.
O casal também conheceu a famosa Lagoa Azul, em Serra do NavioIgarapé Geladeira na qual o nome faz jus as águas friasImensidão de verde da árvore Tauari, na Trilha da Copaiba PorAline Paivaàs11:58Nenhum comentário: Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest quarta-feira, 23 de agosto de 2017 Retrospectiva 15 anos Tumucumaque: “Era impressionante sentir as vibrações sonoras da biodiversidade”, diz geógrafo sobre o Parque Bruno Reis é mestre em gestão territorial “ParafraseandoCazuza, foi como se eu matasse saudade do que eu não tinha vivido.
Um(re)encontro com minha ancestralidade”, disse o mestre em Gestão Ambiental eTerritorial, Bruno Reis, 36 anos.
O Geógrafo passou duas noites no CentroRústico de Vivência, durante uma expedição de 10 anos no ParqueNacional Montanhas do Tumucumaque (PNMT).
“Eraimpressionante sentir as vibrações sonoras da biodiversidade as noites edurante os dias.
Uma sonoridade que conduzia à expansão da minha percepçãosobre o lugar.
Nunca tinha vivido nada parecido”, relata.
Brunorelembra que seu primeiro contato com o Tumucumaque foi em 2003, durante agraduação em geografia, quando fez um trabalho acadêmico falando sobre Unidadesde Conservação (UC).
“Escolhi o PNMT por ter sido recém decretado e ser a maiorárea protegida com floresta tropical do mundo”, afirma.
Dezanos depois, um dos sonhos de quem era apaixonado por floresta tropical, setornava realidade: Bruno volta atuando como profissional.
  Em 2012, em comemoração aos 10 anos doParque, ele apresenta a proposta do Projeto Biodiversidade nas Costas para oconselho consultivo do PNMT.
O Geógrafo relata que suas experiências no Tumucumaque lhetornaram uma pessoa melhor: “A imensidão da Amazônia no PNMT me deu muito sobreminhas limitações e potencialidades de ser humano, sem dúvida.
Existe o meuantes e o meu depois do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque”, comenta.
Biodiversidadenas costas O projeto foi realizado entre2013 e 2015.
O material pedagógico, composto por seis publicações, foielaborado pelo WWF-Brasil, como parte do projeto BNC-Tumucumaque, em parceriacom professores e alunos dos cursos de geografia e de biologia da UniversidadeFederal do Amapá (Unifap) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade(ICMBio).
“Foramproduzidos livros paradidáticos, guias de sociobiodiversidade, jogospedagógicos, inclusive para educação especial, revista em quadrinhos, demaneira participativa com docentes e discentes da Unifap, através de doiscursos de extensão universitária - Geografia e Ciências Biológicas - eprofessores-estudantes da Plataforma Paulo Freire, além dos especialistas dasequipes do WWF, ICMBio e Ecocentro IPEC”, explica.
Brunoconta que o Parque foi um marco durante sua atuação no bioma.
“Cada vez queabro a mochila Biodiversidade nas Costas-Tumucumaque, leio cada material, sintoque valeu a pena cada passo até chegar ali, no Tumucumaque”, ressalta.
Ficoucurioso para conhecer a coleção do Biodiversidade nas Costas? Baixe a versão emPDF dos materiais didáticos abaixo: Adolescente pra frente Ana e o Jupará Curumim Multiplicador Diário de Campo Guia de Campo Investigações e Proposições Pequeno Guia de Aves PorAline Paivaàs17:07Nenhum comentário: Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest terça-feira, 22 de agosto de 2017 Retrospectiva 15 anos Tumucumaque: “A biodiversidade é enorme em todos os aspectos”, diz geógrafa sobre o PNMT Claudia Funi é especialista em geoprocessamento da SEMA/AP “Foimeu primeiro contato com a floresta e superou minhas expectativas”, relatou aespecialista em geoprocessamento da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amapá(SEMA/AP), Claudia Funi, sobre a participação no inventário biológico no ParqueNacional Montanhas do Tumucumaque (PNMT).
A geógrafa era responsável pelaprodução dos mapas antes e após as primeiras expedições de levantamento dabiodiversidade, que ocorreram entre 2004 e 2006.
“Consideroa biodiversidade o bem mais precioso que o Amapá possui.
É algo que não podemosreplicar.
Em todas as expedições encontramos espécies novas, áreas de endemismoe grande diversidade”, afirma.
Claudia era responsável pela produção dos mapas durante as expediçõesAgeógrafa, que veio de São Paulo para o Amapá, especialmente para essasexpedições e acabou ficando no estado até hoje, fala que durante a coleta doinventário teve momentos incríveis: “Emuma das expedições a quantidade de animais avistada era acima da média: veado,tamanduá, anta, jaguatirica, preguiça, paca, nunca vi tantos animais.
Osmacacos nos acompanhavam por quilômetros na trilha”, relata.
Claudialembra que além dos pesquisadores, mateiros também acompanhavam as expedições,e com eles aprendeu ensinamentos sobre a mata.
“Abiodiversidade é enorme em todos os aspectos.
Através do contato compesquisadores, mateiros e barqueiros, aprendi um pouco sobre a floresta,reconhecer algumas espécies, sons, sinais que animais deixam nas trilhas, nosigarapés há beleza e há perigo, o importante é respeitar”, ressalta.
                        Inventário Biológico Oprojeto foi promovido pela Conservação Internacional, através do Instituto dePesquisas Cientificas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), com o apoio doInstituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto deBrasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
Oinventário biológico desejava contribuir para a lista de espécies no corredorda biodiversidade.
    “Aequipe de biólogos era bem animada e aceitavam o desafio de irmos o mais longepossível.
Então navegávamos os rios por 2 até 7 dias para chegarmos nolocal escolhido”, conta Claudia.
Asexpedições dentro do PNMT foram realizadas entre 2004 e 2006.
  Segundo Claudia, nove expedições foram feitaspor via fluvial e uma por via aérea.
Das dez expedições em floresta, cincoaconteceram no Tumucumaque.
“Foramrealizadas dez expedições em áreas de floresta no PARNA Tumucumaque, FLONAAmapá e RDS Iratapuru.
Para termos um melhor resultado, nós procurávamosambientes diferentes em áreas de floresta.
A escolha era feita usandosensoriamento remoto: imagens LandSat principalmente”, explica.
Conformea geógrafa, as expedições eram de observação e coleta.
Os biólogos eramespecialistas em mamíferos terrestres, mamíferos voadores (morcegos), aves,crustáceos, peixes, répteis e anfíbios e botânicos.
“Quandochegávamos no ponto de estudo, um acampamento básico era montado epermanecíamos nele por cerca de 15,16 dias.
Eram realizados 10 dias de estudossistemáticos, com esforço amostral repetido em todas as expedições.
Demais diaspara montar a estrutura: abertura de trilhas, montagem das armadilhas”,ressaltou.
Claudia Funi é especialista em geoprocessamento da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA/AP), mestra em Biodiversidade Tropical e responsável pelo Projeto Base Cartográfica do Amapá.
Esteinventário biológico serviu como subsidio para a elaboração do Plano de Manejo do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, que foi aprovado em 2010.
Ficou curioso para saber um pouco mais sobre o inventário biológico? Baixe a versão completa em PDF aqui! PorAline Paivaàs14:58Nenhum comentário: Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest Postagens mais antigasPágina inicialAssinar:Postagens (Atom)Pesquise no BlogPNMTO Parque Nacional Montanhas do TumucumaqueÉ o maior Parque Nacional do Brasil e uma das maiores áreas de floresta tropical protegidas do mundo, com uma área aproximada de 3.
867.
000 hectares.
Esta Unidade de Conservação (UC) foi criada em 22 de agosto de 2002 e está localizada numa porção da Floresta Amazônica bem peculiar, com características únicas e ainda pouco conhecidas, na região conhecida como Escudo das Guianas, ao noroeste do Estado do Amapá.
O órgão federal responsável por sua gestão é o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio.
O Parque abrange parte dos municípios de Oiapoque, Calçoene, Pedra Branca do Amapari, Serra do Navio e Laranjal do Jari; além de uma pequena porção do município de Almeirim, no Estado do Pará.
O principal objetivo desta área é a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, que possibilitem a realização de pesquisas científicas, o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico, que contribuam com a melhoria da qualidade de vida das populações de seu entorno.
Visite também:Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBioO Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é uma autarquia em regime especial.
Criado dia 28 de agosto de 2007, pela Lei 11.
516, o ICMBio é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).
Cabe ao Instituto executar as ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, podendo propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar e monitorar as UCs instituídas pela União.
Cabe a ele ainda fomentar e executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade e exercer o poder de polícia ambiental para a proteção das Unidades de Conservação federais.
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