RUA CARDOSO DE MORAES 585 - LOJA - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21032-000
Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria…Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Baixada desde 09/02/2015. Inicio das atividades: 22/03/2004.
KADORA | KADORA AGILITY SUPPLY COMMERCIAL LTDA
RUA TEIXEIRA RIBEIRO 00164 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21040-242
Atividade principal: CNAE 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos…Atividade principal: CNAE 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 4.000.000,00. Situacao cadastral: Ativa desde 03/11/2005. Inicio das atividades: 09/05/2002. CNAEs secundarios: 4663-0/00 - Comércio atacadista de Máquinas e equipamentos para uso industrial; partes e peças; 4672-9/00 - Comércio atacadista de ferragens e ferramentas; 4685-1/00 - Comércio atacadista de produtos siderúrgicos e metalúrgicos, exceto para construção.
RUA TEIXEIRA RIBEIRO 00164 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21040-242
(21) 3418-0490
Atividade principal: CNAE 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico. Categoria…Atividade principal: CNAE 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 4.000.000,00. Situacao cadastral: Ativa desde 03/11/2005. Inicio das atividades: 09/05/2002. CNAEs secundarios: 4663-0/00 - Comércio atacadista de Máquinas e equipamentos para uso industrial; partes e peças; 4672-9/00 - Comércio atacadista de ferragens e ferramentas; 4685-1/00 - Comércio atacadista de produtos siderúrgicos e metalúrgicos, exceto para construção.
ELEVADORES ESTACIO LTDA.
RUA GERSON FERREIRA 61 - PARTE - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21031-041
Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (…Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Inapta desde 17/10/2018. Inicio das atividades: 27/11/2001. CNAEs secundarios: 3313-9/01 - Manutenção e reparação de geradores, transformadores e motores elétricos.
RUA GERSON FERREIRA 61 - PARTE - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21031-041
(21) 2560-1775
Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria…Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Inapta desde 17/10/2018. Inicio das atividades: 27/11/2001. CNAEs secundarios: 3313-9/01 - Manutenção e reparação de geradores, transformadores e motores elétricos.
GUANA LIGHT | GUANA LIGHT MATERIAL ELETRICO LTDA
RUA LEOPOLDINA REGO 198 - SALA 210 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21021-520
Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (…Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 100.000,00. Situacao cadastral: Ativa desde 03/11/2005. Inicio das atividades: 26/10/2001. Regime: Simples Nacional. CNAEs secundarios: 4645-1/01 - Comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios; 4646-0/02 - Comércio atacadista de produtos de higiene pessoal; 4647-8/01 - Comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria; 4649-4/99 - Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente (+9).
RUA LEOPOLDINA REGO 198 - SALA 210 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21021-520
(21) 2260-0754
Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria…Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 100.000,00. Situacao cadastral: Ativa desde 03/11/2005. Inicio das atividades: 26/10/2001. Regime: Simples Nacional. CNAEs secundarios: 4645-1/01 - Comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios; 4646-0/02 - Comércio atacadista de produtos de higiene pessoal; 4647-8/01 - Comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria; 4649-4/99 - Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente (+9).
CONDUTEC CONDUTORES ELETRICOS LTDA
RUA ANDRE PINTO 11 - C - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21031-790
Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (…Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Inapta desde 17/10/2018. Inicio das atividades: 21/11/2000.
RUA FELISBELO FREIRE 627 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21031-250
(21) 8559-0265
Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria…Atividade principal: CNAE 4742-3/00 - Comércio varejista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 200.000,00. Situacao cadastral: Ativa desde 03/11/2005. Inicio das atividades: 06/05/1999. Regime: Simples Nacional. CNAEs secundarios: 4744-0/03 - Comércio varejista de materiais hidráulicos; 4744-0/01 - Comércio varejista de ferragens e ferramentas; 4321-5/00 - Instalação e manutenção elétrica; 7739-0/99 - Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente, sem operador.
ELETRICA RAMOS | LYONS COMPONENTES DE RAMOS LTDA ME
ESTRADA DO ENGENHO DA PEDRA 501 - LOJA B - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21031-030
Atividade principal: CNAE 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos…Atividade principal: CNAE 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 50.000,00. Situacao cadastral: Inapta desde 29/03/2019. Inicio das atividades: 29/06/1998. CNAEs secundarios: 4672-9/00 - Comércio atacadista de ferragens e ferramentas.
RUA URANOS 1063 - 216 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21060-070
(21) 3836-5094
Atividade principal: CNAE 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico. Categoria…Atividade principal: CNAE 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Capital social: R$ 100.000,00. Situacao cadastral: Inapta desde 11/03/2021. Inicio das atividades: 13/07/1995. CNAEs secundarios: 4321-5/00 - Instalação e manutenção elétrica.
KAFOFO | CHINVEST COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA
RUA SARGENTO SILVA NUNES 102 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21040-232
Atividade principal: CNAE 4649-4/01 - Comércio atacadista de equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico. Categor…Atividade principal: CNAE 4649-4/01 - Comércio atacadista de equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Filial. Capital social: R$ 1.050.000,00. Situacao cadastral: Baixada desde 07/08/2017. Inicio das atividades: 25/08/2014. CNAEs secundarios: 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico; 4672-9/00 - Comércio atacadista de ferragens e ferramentas; 4642-7/01 - Comércio atacadista de artigos do vestuário e acessórios, exceto profissionais e de segurança; 4643-5/01 - Comércio atacadista de calçados (+15).
RUA SARGENTO SILVA NUNES 102 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21040-232
(21) 2784-2650
Atividade principal: CNAE 4649-4/01 - Comércio atacadista de equipamentos elétricos de us…Atividade principal: CNAE 4649-4/01 - Comércio atacadista de equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte demais. Sociedade Empresária Limitada. Filial. Capital social: R$ 1.050.000,00. Situacao cadastral: Baixada desde 07/08/2017. Inicio das atividades: 25/08/2014. CNAEs secundarios: 4673-7/00 - Comércio atacadista de material elétrico; 4672-9/00 - Comércio atacadista de ferragens e ferramentas; 4642-7/01 - Comércio atacadista de artigos do vestuário e acessórios, exceto profissionais e de segurança; 4643-5/01 - Comércio atacadista de calçados (+15).
NINJA DE RAMOS TINTAS LTDA
RUA BARREIROS 265 - LOJA 1 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21030-000
Atividade principal: CNAE 4741-5/00 - Comércio varejista de tintas e materiais para pintura. Categoria Acharei: Materia…Atividade principal: CNAE 4741-5/00 - Comércio varejista de tintas e materiais para pintura. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Inapta desde 17/10/2018. Inicio das atividades: 24/06/1994.
RUA BARREIROS 265 - LOJA 1 - RAMOS - Rio de Janeiro/RJ - 21030-000
Atividade principal: CNAE 4741-5/00 - Comércio varejista de tintas e materiais para pintu…Atividade principal: CNAE 4741-5/00 - Comércio varejista de tintas e materiais para pintura. Categoria Acharei: Materiais Elétricos (Lojas Diversas). Porte microempresa. Sociedade Empresária Limitada. Matriz. Situacao cadastral: Inapta desde 17/10/2018. Inicio das atividades: 24/06/1994.
PORTUS
R. Srg. Silva Nunes, 102 - Ramos, Rio de Janeiro - RJ, 21040-232, Brasil
Instituto de Seguridade - - Espaço do Participante Canal de Relacionamento Informativos Notícias Porto do Rio de Janeir…Instituto de Seguridade - - Espaço do Participante Canal de Relacionamento Informativos Notícias Porto do Rio de Janeiro Porto de Santos Demonstrativo Investimento Demonstrativo Contábil Dívida dos Patrocinadores Política de Investimento Legislação Relatório Anual Acordo Coletivo Código de Ética Links Úteis Glossário Dúvidas Frequentes Fale Conosco × Recadastramento 2017 fechar Mais informações.
R. Srg. Silva Nunes, 102 - Ramos, Rio de Janeiro - RJ, 21040-232, Brasil
Instituto de Seguridade - - Espaço do Participante Canal de Relacionamento Informativos N…Instituto de Seguridade - - Espaço do Participante Canal de Relacionamento Informativos Notícias Porto do Rio de Janeiro Porto de Santos Demonstrativo Investimento Demonstrativo Contábil Dívida dos Patrocinadores Política de Investimento Legislação Relatório Anual Acordo Coletivo Código de Ética Links Úteis Glossário Dúvidas Frequentes Fale Conosco × Recadastramento 2017 fechar Mais informações.
Techrio Paineis Elétricos Media Tensão e Baixa Tensao, Venda Material Elétrico Online Rio de Janeiro
R. Operário Fortes, 29 - Ramos, Rio de Janeiro - RJ, 21031-100, Brasil
TechRio Montagem de Painéis Elétricos e Venda de Material Elétrico – Rio de Janeiro - - Toggle navigation Bem Vindo a T…TechRio Montagem de Painéis Elétricos e Venda de Material Elétrico – Rio de Janeiro - - Toggle navigation Bem Vindo a TechRio! Conheça o trabalho da nossa empresa. Saiba Mais Sobre Atuação Quadros e Painéis Elétricos Desenvolvidos para atender aos mais diversos segmentos de mercado. Quadros e Paineis TTA/PTTA Painéis padronizados e testados de acordo com as normas NBR IEC 60439-1:2003 e NR10. Cubiculos Média Tensão NBR IEC 62271-200, NBR IEC 62271-200 e NR10, IAC BFLR 31,5kA, 1s; IAC AFLR 40kA, 1s. Opção de uso ao tempo. Venda de Material Elétrico Encontre materiais elétricos para instalação, manutenção e sobressalentes dos nossos produtos. Automação industrial Uma gama completa de soluções em Automação Projetos Previous Next CONTATO Enviar Mensagem
R. Operário Fortes, 29 - Ramos, Rio de Janeiro - RJ, 21031-100, Brasil
(21) 2560-0288
TechRio Montagem de Painéis Elétricos e Venda de Material Elétrico – Rio de Janeiro - - T…TechRio Montagem de Painéis Elétricos e Venda de Material Elétrico – Rio de Janeiro - - Toggle navigation Bem Vindo a TechRio! Conheça o trabalho da nossa empresa. Saiba Mais Sobre Atuação Quadros e Painéis Elétricos Desenvolvidos para atender aos mais diversos segmentos de mercado. Quadros e Paineis TTA/PTTA Painéis padronizados e testados de acordo com as normas NBR IEC 60439-1:2003 e NR10. Cubiculos Média Tensão NBR IEC 62271-200, NBR IEC 62271-200 e NR10, IAC BFLR 31,5kA, 1s; IAC AFLR 40kA, 1s. Opção de uso ao tempo. Venda de Material Elétrico Encontre materiais elétricos para instalação, manutenção e sobressalentes dos nossos produtos. Automação industrial Uma gama completa de soluções em Automação Projetos Previous Next CONTATO Enviar Mensagem
Bemar Comercial Elétrica
R. Barreiros, 453 - Ramos, Rio de Janeiro - RJ, 21031-752, Brasil
Blog da Bemar Elétrica | Blog da Bemar Elétrica - - Blog da Bemar Elétrica Procurar Menu primário Saltar para o conteúd…Blog da Bemar Elétrica | Blog da Bemar Elétrica - - Blog da Bemar Elétrica Procurar Menu primário Saltar para o conteúdo Pesquisar por: Artigos, Dicas e Tutoriais, Uncategorized O QUE É CHAVE FIM DE CURSO OU MICROSWITCH 28 de Novembro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário Uma chave fim de curso, ou do inglês microswitch, é um termo genérico usado para referir-se a um comutador elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física muito pequena. Ela é muito comum devido ao seu pequeno custo e extrema durabilidade, normalmente maior que 1 milhão de ciclos e acima de 10 milhões de ciclos para modelos destinados a aplicações pesadas. Possui um contanto normal fechado , que quando a extremidade é tocada, comuta o contato , evitando a passagem da corrente. Esse tipo de sensor é muito utilizado em máquinas industriais e em portões automáticos de garagem, por exemplo. Na robótica, pode-se seu utilizar esse sensor para impedir que um robô caia de uma mesa, para indicar que ele bateu em uma parede ou até mesmo como medida de segurança para impedir que algum motor seja forçado.A função principal deste componente é “avisar” o comando que determinada situação foi alcançada, como por exemplo, uma parte móvel da máquina chegou numa determinada posição ou ao fim de seu percurso.Quanto aos elementos de contatos, são possíveis algumas combinações de acordo com o fabricante. Segue abaixo imagem dos contatos internos de um modelo simples encontrado facilmente no mercado brasileiro.O acionamento de uma chave fim de curso pode ser efetuado por meio de um rolete mecânico ou de um rolete escamoteável (imagem abaixo), também conhecido como gatilho. Existem, ainda, chaves fim de curso acionadas por uma haste apalpadora, do tipo utilizada em instrumentos de medição como, por exemplo, num relógio comparador.Esta chave fim de curso acima, acionada por gatilho, somente inverte seus contatos quando o rolete for atuado da esquerda para a direita. No sentido contrário, uma articulação mecânica faz com que a haste do mecanismo dobre, sem acionar os contatos comutadores da chave fim de curso. Dessa forma, somente quando o rolete é acionado da esquerda para a direita, os contatos da chave se invertem permitindo que a corrente elétrica passe pelos contatos do 11 para o 14 e seja desligado o contato entre o 11 e 12. Ao ser cessado o acionamento, os contatos retornam à posição inicial, ou seja, 11 interligado com 12 e 11 desligado do 14 .Atualmente na industria, existe uma grande aplicação de fim de cursos, seja ela em guindastes, esteiras, elevadores, maquinas etc. Por esse motivo temos diversos tipos e modelos de fim de curso disponível. Anúncios Artigos, Dicas e Tutoriais, Uncategorized Entenda a diferença entre Interruptores Triplo, Three Way e Intermediário ( Four Way ) 16 de Novembro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário O interruptor triplo é instalado em ambientes amplos que precisam de acionamento de lâmpadas em diferentes pontos do lugar.São muito usados em salas conjugadas (por exemplo, uma de estar e outra de jantar), extremidades de escadas e quartos (como em cabeceiras de camas).Já o interruptor three way é indicado para ligar lâmpadas, pequenos motores e ventiladores de teto de dois locais diferentes do ambiente. Possui três diferentes pontos de conexão para seus condutores.Ele permite, por exemplo, ligar a luz numa parede e desliga-la em outro interruptor que está em outra parede.Interruptores intermediários ou four ways são semelhantes aos three ways, com a diferença que permitem controlar a carga de energia de três ou mais locais diferentes do ambiente.É bastante utilizado para acionar a iluminação externa de qualquer lugar de sua área e sempre são instalados entre os paralelos.Interruptor TriploInterruptor Three WayDeve, obrigatoriamente, ter três pinos (interruptor paralelo). Interruptor IntermediárioVídeo: Interruptor Intermediário Instalando Dois ou Mais Interruptores em Locais Diferentes para Um Único Ponto de LuzNão esqueça que eletricidade sem conhecimento especifico é perigoso – e um serviço mal feito, desrespeitando por exemplo as normas das grossuras (bitolas) que os fios devem ter ou a qualidade das conexões que estes fios devem usar para se conetarem, podem provocar um incêndio!Antes de executar qualquer procedimento, consulte sempre um profissional qualificado.Fonte : Fazfácil Artigos, Dicas e Tutoriais, Uncategorized Queima de lampadas com muita frequencia. Qual é o motivo? 8 de Novembro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário Diversos fatores podem estar provocando a queima das lâmpadas.Vamos analisar detalhadamente as condições de instalação das mesmas e tentar chegar a um denominador comum e encontrar a causa provável do problema.– VERIFIQUE SE O CALIBRE (BITOLA) DOS FIOS CONDUTORES ESTÁ ADEQUADO:Você não determinou quantas lâmpadas estão sendo acionadas por cada interruptor, então vamos determinar primeiramente que deve ser observado o calibre ou bitola do condutor fase e neutro de acordo com a corrente máxima da soma de todas as lâmpadas, visto ser apenas uma rede de 127 volts.DEPENDENDO DA CORRENTE EM AMPÈRES, É QUE SE ENCONTRA A BITOLA OU CALIBRE CORRETO DO CONDUTOR (FIO) DE ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA.Temos então a tabela padronizada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) pela NBR 5410 que normaliza o seguinte:CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CONDUTORES ELÉTRICOS (SEM AQUECER EM CARGA)Cabo condutor de 1,5 mm² suporta até 15,5 ampèresCabo condutor de 2,5 mm2 suporta até 21,0 ampèresCabo condutor de 4,0 mm² suporta até 28,0 ampèresCabo condutor de 6,0 mm² suporta até 36,0 ampèresCabo condutor de 10,0 mm² suporta até 50,0 ampèresEssa tabela é mais extensa, pois eu citei apenas os condutores mais utilizados em instalações elétricas.Então convém verificar se estão de acordo com sua instalação.Para ter uma ideia desta verificação, também temos uma regra básica da Lei de OHM/Watt que nos dá a resposta da Corrente em Ampères de cada lâmpada, onde o cálculo é efetuado da seguinte maneira utilizando uma fórmula matemática:A CORRENTE EM AMPÈRES É IGUAL À POTÊNCIA EM WATTS DIVIDIDA PELA TENSÃO EM VOLTS =I- símbolo da corrente em ampère P- símbolo da potência em watts U- símbolo da tensão em voltsE assim temos a equação: I=P/U– QUANTOS AMPÈRES GASTAM CADA LÂMPADA?Agora já podemos determinar a corrente em ampères de cada lâmpada, para saber se os condutores estão na bitola ou calibre correto.Cada lâmpada que você especificou tem a potência de 25 watts cada e funcionam em tensão de 127 volts.Usando a fórmula matemática chegaremos à resposta de: 0,1968 ampères para cada lâmpada.Vemos que a corrente em ampères de cada lâmpada é relativamente muito pequena, possibilitando assim a utilização de várias lâmpadas no mesmo interruptor e nos mesmos cabos condutores (fase e neutro).Portanto acredito que este fator não é determinante para ocasionar a queima das lâmpadas, se o calibre ou bitola dos condutores estiverem dentro dos limites corretos de acordo com a quantidade de lâmpadas.– EVITE O AQUECIMENTO DA FIAÇÃO:O único cabo condutor que pode ser utilizado em sua menor bitola ou calibre é o condutor denominado retôrno, que é aquele que sai do interruptor e é ligado ao receptáculo onde a lâmpada está atarraxada.Ele deve ser de no mínimo 1,5 mm².Nunca menos em hipótese nenhuma.Todos os outros condutores devem ser de no mínimo 2,5 mm² ou mais.A não observância desta norma pode provocar o aquecimento do condutor, ocasionando o aumento da corrente em ampères, com a provável queda de tensão.Consequentemente causando a queima de lâmpadas compactas frias, visto serem muito sensível à queda de tensão. Artigos, Dicas e Tutoriais Temperatura da cor em lampadas , entenda o que é 4000k , 5000k etc. 31 de Outubro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário É um pouco “estranho” para um iniciante ou leigo no assunto ver que em iluminação a cor, ou melhor dizendo, a tonalidade da luz branca, sempre é associada a uma unidade de temperatura , não é mesmo?Então, vamos iniciar esse artigo abordando esse lado “científico” do assunto:Para os cientistas, a cor definida em uma escala de temperatura tem base comparativa, e corresponde a uma determinada distribuição espectral da fonte de luz. Um corpo radiador negro, tomado como ideal, emite luz em uma tonalidade comparável à de uma fonte de luz, e essa tonalidade depende da sua temperatura.Para essa correlação convencionou-se o uso da temperatura absoluta, em graus Kelvin, onde 1 Kelvin é igual à temperatura de – 273 graus Celsius, como unidade da temperatura de cor.Na prática, a temperatura de cor só faz sentido para fontes de luz que correspondem aproximadamente à radiação do corpo negro, ou seja, aquelas que emitem luz avermelhada / laranja passando pelo amarelo e pelo branco mais ou menos azulado. Não faz sentido falar de temperatura de cor, por exemplo, para tonalidades verdes ou para uma luz púrpura.Observando o aquecimento de uma peça de ferro colocada no fogo, esta peça comporta-se segundo a lei de Planck, e vai adquirindo diferentes colorações na medida que sua temperatura aumenta. Na temperatura ambiente tem uma cor escura, como geralmente vemos o ferro, mas sua cor se torna vermelha a 800 K, amarelada em 3.000 K e branca azulada em 5.000K, ou seja, a cor será cada vez mais clara à medida que a temperatura aumentar, até atingir o ponto de fusão.Essa observação demonstra que o pico espectral é deslocado para comprimentos de onda mais curtos (resultando em um branco mais azulado) para temperaturas mais elevadas.Na prática, denominamos a cor segundo nosso psicológico, ou seja, chamamos de Quente a cor mais amarelada, relacionando-a ao calor do Sol na zona tropical, e de Fria a cor mais azulada relacionando-a ao frio do gelo dos pólos da Terra. No entanto, fisicamente, quanto mais quente a temperatura da cor em Kelvein, mais azulada será essa cor e quanto mais fria, mais amarelada, conforme a tabela abaixo, que serve de referência para a escolha de lâmpadas e luminárias a LED:Branco Quente: tipicamente de 2600 Kelvin a 3500 KelvinBranco Neutro: tipicamente de 4000 Kelvin a 4500 KelvinBranco “Luz do dia”: tipicamente de 5000 Kelvin a 5500 KelvinBranco Frio: tipicamente acima de 6000 KelvinA cor branca na faixa de temperatura de cor denominada “luz do dia” é a que mais se aproxima da luz do Sol, que ilumina naturalmente os ambientes que frequentamos, sejam internos ou externos, depois de filtrada e afetada pela atmosfera da Terra, por isso ganhou esse nome.Os LEDs brancos estão disponíveis em diferentes temperaturas de cor, à medida que utilizam mais ou menos fósforo em sua composição:Branco Quente (2700-3500 Kelvin): comparável à tonalidade da lâmpada de filamento incandescente tipo bulboBranco Neutro (4000-4500 Kelvin): comparável às lâmpadas halógenas e de vapor metálico das lojas de varejoBranco “luz do Dia” (5000-6000 Kelvin): usada para melhor reprodução de cores, sendo tipicamente a temperatura de cor do “Sol do meio-dia” em muitas partes do mundoBranco Frio (6000-7000 Kelvin): comparável às lâmpadas fluorescentes e de alta potência (lâmpadas de mercúrio ou vapor metálico) utilizadas em indústrias, comércios e tipicamente nos hospitais e drogariasA escolha da temperatura de cor mais adequada a cada ambiente é uma escolha pessoal, ou seja, cada pessoa tem sua preferência, mas especialistas em iluminação sugerem algumas referências para essa decisão:Branco Quente: luz preferida para restaurantes, sala de jantar, sala de estar, quartos e outros ambientes onde se deseja uma sensação de calma / relaxamento e conforto.Branco Neutro: luz ideal para cozinhas, sanitários e outros ambientes onde alguma tarefa seja executada com necessidade de um nível de atenção normal.Branco “luz do dia”: luz ideal para lojas, pontos comerciais, escritórios em geral, salas de aula, onde durante boa parte do dia também pode ser aproveitada a iluminação natural para compor a iluminação total do ambiente, junto à iluminação artificial.Branco frio: luz indicada para locais onde as tarefas exijam atenção máxima e onde seja importante realçar a limpeza do ambiente, ou falta dela, como em determinadas áreas de produção industrial, clínicas e hospitais, drograrias, etc.Psicologicamente, a luz branca fria desperta a atenção do cérebro, enquanto a luz branca quente leva a um estado de maior relaxamento. Em geral, a maioria dos homens prefere a luz fria, enquanto a maioria das mulheres prefere a luz quente.Tanto as temperaturas de cor muito baixas como as muito altas afetam significativamente a cor real dos objetos, com as baixas tornando-os mais amarelados e as altas mais azulados. Par melhor reprodução de cores, prefira sempre as temperaturas do branco “luz do dia” ou neutro. A fidelidade na reprodução das cores é indicada por um índice: IRC – Índice de Reprodução de Cor, ou CRI, em inglês.O IRC é um valor relativo à sensação de reprodução de cor, baseado em uma série de cores padrões. À luz que tem reprodução das cores com a máxima fidelidade atribui-se IRC = 100 (indicando 100% de fidelidade), que seria equivalente à luz natural do Sol do meio-dia.Esse é um assunto para ser tratado em outro artigo, por ora, observe como essa informação acompanha as especificações das lâmpadas de LEDs de diferentes temperaturas de cor:Branco Quente de 3000K: IRC > 80Branco Frio de 6500K: IRC > 70Branco Neutro 4000K: IRC > 85 Para concluirmos, é importante destacarmos que muitas vezes os consumidores procuram somente a lâmpada de LED mais “forte”, ou seja, que gera um fluxo luminoso maior em lúmens ou lux, no entanto, não é somente esse fator que deve ser observado na escolha da lâmpada ideal.Em geral, o LED branco frio (acima de 6000K) entrega mais lúmens, porém a qualidade da iluminação não depende somente desse parâmetro. Conforme o ambiente, apesar de tecnicamente mais intensa, a iluminação na tonalidade branca fria pode representar uma iluminação de baixa qualidade, principalmente se a reprodução fiel das cores for um aspecto importante, ou o estímulo cerebral dessa tonalidade não ser adequado ao “clima” desse ambiente, sua decoração e suas particularidades.Escrito por AldobertoFonte: http://www.eccel.com.br/ Artigos, Dicas e Tutoriais, Tabelas Tabela Awg para mm² Imagem 25 de Outubro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário Artigos, Dicas e Tutoriais, Uncategorized Entenda a diferença entre os disjuntores curva b , curva c , curva d e disjuntores motores 25 de Outubro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário Quais são e para que servem as curvas dos disjuntores? A instalação de disjuntor é uma questão de segurança, e por se tratar de questão de segurança deve ser levada muito a sério e nem sempre o que os eletricistas encontram nas instalações. Ainda pior do que uma instalação que tenha sido feita de qualquer maneira e que tenhadisjuntores mal dimensionados são os ditos profissionais de elétrica que não sabem dimensionar novos disjuntores para uma troca e acabam agravando o problema.Conhecer bem as caraterísticas de funcionamento dos componentes elétricos é um diferencial nos profissionais, qualquer eletricista conhece um disjuntor, mas poucos sabem como eles funcionam. Dimensionar um disjuntor e dimensiona-lo corretamente é muito mais delicado do que simplesmente saber qual a corrente do equipamento, circuito ou instalação ao qual se quer proteger, tem que saber exatamente qual tipo de carga será instalada.Para cada tipo de carga foi estipulado uma curva de ruptura para o disjuntor e essas curvas foram separadas em categorias. A curva de ruptura do disjuntor é o tempo em que o disjuntor suporta uma corrente acima da corrente nominal por determinado tempo. Quando se tem uma equipamento muito delicado necessita-se que a interrupção do circuito quando a corrente passe o limite de funcionamento seja muito rápida, para que o equipamento não seja danificado, em compensação na partida de um motor por exemplo, para que este saia do estado de inércia e chegue a sua velocidade máxima uma grande corrente é necessária no instante da partida, ás vezes muitas vezes maior do que a corrente para que este mesmo motor esteja em velocidade plena, nestes casos o disjunto tem que suportar a corrente alta durante um período de tempo maior.Além do período de tempo as curvas de rupturas estipulam o quanto maior essas correntes podem ser em relação as correntes nominais.Curva B:A curva de ruptura B para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 3 e 5 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 30A a 50A.Os disjuntores curva B são usados onde se espera um curto circuito com baixa intensidade, normalmente cargas resistivas, em residencias nas tomadas de uso comum, onde a demanda de corrente de partida do equipamento é baixa.Curva C:A curva de ruptura C para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 5 e 10 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 50A a 100A.Os disjuntores de curva C são usado onde se espera uma curto circuito de intensidade média e onde a demanda de corrente para partida de equipamentos é mediana, normalmente cargas indutivas, como motores, sistemas de comando e controle, circuitos de iluminação em geral e ligação de bobinas.Curva D:A curva de ruptura D para um disjuntor, estipula que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 10 e 20 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 100A a 200A.Os disjuntores de curva D são usado onde se espera uma curto circuito de intensidade alta e onde a corrente de partida é muito acentuada, sendo muito utilizados em grande motores e grandes transformadores.Não existe contudo disjuntores de curva A, o motivo é para que o A da curva não seja confundido com o A de ampere, unidade de corrente elétrica.Existem ainda disjuntores cuja a faixa ruptura da corrente pode ser selecionada dentro de uma faixa, por exemplo os disjuntores motores que possuem faixa se seletividade, como por exemplo 6 a 10 vezes a corrente nominal neste caso a faixa é selecionada de acordo com a necessidade o que possibilita uma flexibilidade na proteção de equipamentos, neste caso normalmente motores.É importante que se conheça as curvas de rupturas para proporcionar a maior proteção possível tanto para os usuários de uma instalação quanto para os equipamentos instalados. Na dúvida sempre consulte os catálogos dos fabricantes para características próprias das marcas.Fonte: https://www.mundodaeletrica.com.br Artigos, Uncategorized Conheça os tipos de Bombas d´Água e suas funções 20 de Outubro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário A caixa d´água da minha casa fica numa posição bem alta , +- 10 metros do solo , por onde circula a água no condomínio, desejo colocar a bomba d´água no solo, logo após o medidor e fazer a sucção do cano d´água para levar até minha cisterna, quais as bombas indicadas e qual a diferença entre uma e outra, centrífuga, centrífuga auto-aspirante e periférica?Primeiramente é importante saber que a maioria dos códigos sanitários estaduais proíbe a instalação de qualquer tipo de bomba diretamente na tubulação das concessionárias que abastecem as residências.Afinal, isso influi diretamente na capacidade de abastecimento de água da localidade, é necessário que você consulte as diretrizes da concessionária local e obtenha mais informações a respeito deste tipo de instalação.A respeito das diferenças entre os tipos de bombas, vamos lá.Bomba Centrífuga As bombas centrífugas funcionam com força centrífuga e necessita de uma válvula de retenção, ou seja, as chamadas válvulas de pé, na extremidade inferior da tubulação de sucção.Isso permite que a tubulação de sucção permaneça sempre cheia, tornando o esforço mínimo de sucção da bomba.Bomba Centrífuga Auto-Aspirante As bombas centrífugas auto-aspirante também são bombas que funcionam com força centrífuga, porém este tipo de bomba não necessita de válvula de pé.Por ser auto-aspirante esta bomba tem a capacidade de encher a tubulação de sucção e conduzir a água para alturas elevadas, em seu próprio corpo há um compartimento em que ela retém a água diminuindo o esforço da bomba. Bomba Auto-Aspirante Periférica Em geral esta bomba é semelhante à bomba auto-aspirante, porém com a capacidade manométrica bem maior do que as bombas comuns também não necessitam de válvula de pé.Este tipo de bomba é muito utilizado onde há risco momentâneo de falta repentina de abastecimento de água, onde ocorre àformação de bolhas de ar, ele rapidamente elimina o ar e mantém o abastecimento normalizado.Em relação à distância e altura de recalque, é preciso verificar a tabela de cada fabricante, porém em geral a altura manométrica de recalque dessas bombas é de 10 metros, observe o catálogo e escolha a qual mais atende a sua necessidade, tanto técnica quanto econômica.É ideal que você construa uma cisterna o mais próximo possível do hidrômetro, isso facilitaria o abastecimento, diminuindo a perda de pressão de entrada de água, aí sim você poderia instalar uma dessas bombas na cisterna, que conduziria a água para o reservatório mais próximo, não interferindo na pressão da rede de abastecimento da concessionária local.Submersas :Bombas que ficam submersos na água, divididos em dois grupos chamados de submersível e submersa. A bomba submersível realiza o trabalho por um determinado período (que varia de acordo com o fabricante), mas deve ser retirada da água após o seu uso, ser secada e guardada. Por isso, essa bomba é indicada para casos de inundações. Já as submersas são produzidas para permanecer dentro da água. Os modelos podem ficar a, no máximo, 20 metros de profundidade – valor que varia de produto para produto. Para controlar o volume de água dentro do reservatório, é indicada a instalação de uma boia de nível.Injetoras :Devido à potência e à capacidade de aumentar a sucção da água, essa bomba atinge profundidades de até 20 metros. Navegação de artigos 12…4Seguinte → Blog da Bemar Elétrica Pesquisar por: Categorias Bemar No FacebookBemar No TwitterTwitter Fevereiro 2018 S T Q Q S S D « Nov 1234 567891011 12131415161718 19202122232425 262728 Entradas Mais PopularesComentários Recentes DALMAR TADEU DE MORA… em Download do Catálogo de Termin…Mr WordPress em Bemar: Materiais Elétricos em… Páginas Blog Stats Anúncios Blog da Bemar Elétrica Create a free website or blog at WordPress.com. Publicar em Cancelar
R. Barreiros, 453 - Ramos, Rio de Janeiro - RJ, 21031-752, Brasil
(21) 3977-9900
Blog da Bemar Elétrica | Blog da Bemar Elétrica - - Blog da Bemar Elétrica Procurar Menu…Blog da Bemar Elétrica | Blog da Bemar Elétrica - - Blog da Bemar Elétrica Procurar Menu primário Saltar para o conteúdo Pesquisar por: Artigos, Dicas e Tutoriais, Uncategorized O QUE É CHAVE FIM DE CURSO OU MICROSWITCH 28 de Novembro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário Uma chave fim de curso, ou do inglês microswitch, é um termo genérico usado para referir-se a um comutador elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física muito pequena. Ela é muito comum devido ao seu pequeno custo e extrema durabilidade, normalmente maior que 1 milhão de ciclos e acima de 10 milhões de ciclos para modelos destinados a aplicações pesadas. Possui um contanto normal fechado , que quando a extremidade é tocada, comuta o contato , evitando a passagem da corrente. Esse tipo de sensor é muito utilizado em máquinas industriais e em portões automáticos de garagem, por exemplo. Na robótica, pode-se seu utilizar esse sensor para impedir que um robô caia de uma mesa, para indicar que ele bateu em uma parede ou até mesmo como medida de segurança para impedir que algum motor seja forçado.A função principal deste componente é “avisar” o comando que determinada situação foi alcançada, como por exemplo, uma parte móvel da máquina chegou numa determinada posição ou ao fim de seu percurso.Quanto aos elementos de contatos, são possíveis algumas combinações de acordo com o fabricante. Segue abaixo imagem dos contatos internos de um modelo simples encontrado facilmente no mercado brasileiro.O acionamento de uma chave fim de curso pode ser efetuado por meio de um rolete mecânico ou de um rolete escamoteável (imagem abaixo), também conhecido como gatilho. Existem, ainda, chaves fim de curso acionadas por uma haste apalpadora, do tipo utilizada em instrumentos de medição como, por exemplo, num relógio comparador.Esta chave fim de curso acima, acionada por gatilho, somente inverte seus contatos quando o rolete for atuado da esquerda para a direita. No sentido contrário, uma articulação mecânica faz com que a haste do mecanismo dobre, sem acionar os contatos comutadores da chave fim de curso. Dessa forma, somente quando o rolete é acionado da esquerda para a direita, os contatos da chave se invertem permitindo que a corrente elétrica passe pelos contatos do 11 para o 14 e seja desligado o contato entre o 11 e 12. Ao ser cessado o acionamento, os contatos retornam à posição inicial, ou seja, 11 interligado com 12 e 11 desligado do 14 .Atualmente na industria, existe uma grande aplicação de fim de cursos, seja ela em guindastes, esteiras, elevadores, maquinas etc. Por esse motivo temos diversos tipos e modelos de fim de curso disponível. Anúncios Artigos, Dicas e Tutoriais, Uncategorized Entenda a diferença entre Interruptores Triplo, Three Way e Intermediário ( Four Way ) 16 de Novembro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário O interruptor triplo é instalado em ambientes amplos que precisam de acionamento de lâmpadas em diferentes pontos do lugar.São muito usados em salas conjugadas (por exemplo, uma de estar e outra de jantar), extremidades de escadas e quartos (como em cabeceiras de camas).Já o interruptor three way é indicado para ligar lâmpadas, pequenos motores e ventiladores de teto de dois locais diferentes do ambiente. Possui três diferentes pontos de conexão para seus condutores.Ele permite, por exemplo, ligar a luz numa parede e desliga-la em outro interruptor que está em outra parede.Interruptores intermediários ou four ways são semelhantes aos three ways, com a diferença que permitem controlar a carga de energia de três ou mais locais diferentes do ambiente.É bastante utilizado para acionar a iluminação externa de qualquer lugar de sua área e sempre são instalados entre os paralelos.Interruptor TriploInterruptor Three WayDeve, obrigatoriamente, ter três pinos (interruptor paralelo). Interruptor IntermediárioVídeo: Interruptor Intermediário Instalando Dois ou Mais Interruptores em Locais Diferentes para Um Único Ponto de LuzNão esqueça que eletricidade sem conhecimento especifico é perigoso – e um serviço mal feito, desrespeitando por exemplo as normas das grossuras (bitolas) que os fios devem ter ou a qualidade das conexões que estes fios devem usar para se conetarem, podem provocar um incêndio!Antes de executar qualquer procedimento, consulte sempre um profissional qualificado.Fonte : Fazfácil Artigos, Dicas e Tutoriais, Uncategorized Queima de lampadas com muita frequencia. Qual é o motivo? 8 de Novembro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário Diversos fatores podem estar provocando a queima das lâmpadas.Vamos analisar detalhadamente as condições de instalação das mesmas e tentar chegar a um denominador comum e encontrar a causa provável do problema.– VERIFIQUE SE O CALIBRE (BITOLA) DOS FIOS CONDUTORES ESTÁ ADEQUADO:Você não determinou quantas lâmpadas estão sendo acionadas por cada interruptor, então vamos determinar primeiramente que deve ser observado o calibre ou bitola do condutor fase e neutro de acordo com a corrente máxima da soma de todas as lâmpadas, visto ser apenas uma rede de 127 volts.DEPENDENDO DA CORRENTE EM AMPÈRES, É QUE SE ENCONTRA A BITOLA OU CALIBRE CORRETO DO CONDUTOR (FIO) DE ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA.Temos então a tabela padronizada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) pela NBR 5410 que normaliza o seguinte:CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CONDUTORES ELÉTRICOS (SEM AQUECER EM CARGA)Cabo condutor de 1,5 mm² suporta até 15,5 ampèresCabo condutor de 2,5 mm2 suporta até 21,0 ampèresCabo condutor de 4,0 mm² suporta até 28,0 ampèresCabo condutor de 6,0 mm² suporta até 36,0 ampèresCabo condutor de 10,0 mm² suporta até 50,0 ampèresEssa tabela é mais extensa, pois eu citei apenas os condutores mais utilizados em instalações elétricas.Então convém verificar se estão de acordo com sua instalação.Para ter uma ideia desta verificação, também temos uma regra básica da Lei de OHM/Watt que nos dá a resposta da Corrente em Ampères de cada lâmpada, onde o cálculo é efetuado da seguinte maneira utilizando uma fórmula matemática:A CORRENTE EM AMPÈRES É IGUAL À POTÊNCIA EM WATTS DIVIDIDA PELA TENSÃO EM VOLTS =I- símbolo da corrente em ampère P- símbolo da potência em watts U- símbolo da tensão em voltsE assim temos a equação: I=P/U– QUANTOS AMPÈRES GASTAM CADA LÂMPADA?Agora já podemos determinar a corrente em ampères de cada lâmpada, para saber se os condutores estão na bitola ou calibre correto.Cada lâmpada que você especificou tem a potência de 25 watts cada e funcionam em tensão de 127 volts.Usando a fórmula matemática chegaremos à resposta de: 0,1968 ampères para cada lâmpada.Vemos que a corrente em ampères de cada lâmpada é relativamente muito pequena, possibilitando assim a utilização de várias lâmpadas no mesmo interruptor e nos mesmos cabos condutores (fase e neutro).Portanto acredito que este fator não é determinante para ocasionar a queima das lâmpadas, se o calibre ou bitola dos condutores estiverem dentro dos limites corretos de acordo com a quantidade de lâmpadas.– EVITE O AQUECIMENTO DA FIAÇÃO:O único cabo condutor que pode ser utilizado em sua menor bitola ou calibre é o condutor denominado retôrno, que é aquele que sai do interruptor e é ligado ao receptáculo onde a lâmpada está atarraxada.Ele deve ser de no mínimo 1,5 mm².Nunca menos em hipótese nenhuma.Todos os outros condutores devem ser de no mínimo 2,5 mm² ou mais.A não observância desta norma pode provocar o aquecimento do condutor, ocasionando o aumento da corrente em ampères, com a provável queda de tensão.Consequentemente causando a queima de lâmpadas compactas frias, visto serem muito sensível à queda de tensão. Artigos, Dicas e Tutoriais Temperatura da cor em lampadas , entenda o que é 4000k , 5000k etc. 31 de Outubro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário É um pouco “estranho” para um iniciante ou leigo no assunto ver que em iluminação a cor, ou melhor dizendo, a tonalidade da luz branca, sempre é associada a uma unidade de temperatura , não é mesmo?Então, vamos iniciar esse artigo abordando esse lado “científico” do assunto:Para os cientistas, a cor definida em uma escala de temperatura tem base comparativa, e corresponde a uma determinada distribuição espectral da fonte de luz. Um corpo radiador negro, tomado como ideal, emite luz em uma tonalidade comparável à de uma fonte de luz, e essa tonalidade depende da sua temperatura.Para essa correlação convencionou-se o uso da temperatura absoluta, em graus Kelvin, onde 1 Kelvin é igual à temperatura de – 273 graus Celsius, como unidade da temperatura de cor.Na prática, a temperatura de cor só faz sentido para fontes de luz que correspondem aproximadamente à radiação do corpo negro, ou seja, aquelas que emitem luz avermelhada / laranja passando pelo amarelo e pelo branco mais ou menos azulado. Não faz sentido falar de temperatura de cor, por exemplo, para tonalidades verdes ou para uma luz púrpura.Observando o aquecimento de uma peça de ferro colocada no fogo, esta peça comporta-se segundo a lei de Planck, e vai adquirindo diferentes colorações na medida que sua temperatura aumenta. Na temperatura ambiente tem uma cor escura, como geralmente vemos o ferro, mas sua cor se torna vermelha a 800 K, amarelada em 3.000 K e branca azulada em 5.000K, ou seja, a cor será cada vez mais clara à medida que a temperatura aumentar, até atingir o ponto de fusão.Essa observação demonstra que o pico espectral é deslocado para comprimentos de onda mais curtos (resultando em um branco mais azulado) para temperaturas mais elevadas.Na prática, denominamos a cor segundo nosso psicológico, ou seja, chamamos de Quente a cor mais amarelada, relacionando-a ao calor do Sol na zona tropical, e de Fria a cor mais azulada relacionando-a ao frio do gelo dos pólos da Terra. No entanto, fisicamente, quanto mais quente a temperatura da cor em Kelvein, mais azulada será essa cor e quanto mais fria, mais amarelada, conforme a tabela abaixo, que serve de referência para a escolha de lâmpadas e luminárias a LED:Branco Quente: tipicamente de 2600 Kelvin a 3500 KelvinBranco Neutro: tipicamente de 4000 Kelvin a 4500 KelvinBranco “Luz do dia”: tipicamente de 5000 Kelvin a 5500 KelvinBranco Frio: tipicamente acima de 6000 KelvinA cor branca na faixa de temperatura de cor denominada “luz do dia” é a que mais se aproxima da luz do Sol, que ilumina naturalmente os ambientes que frequentamos, sejam internos ou externos, depois de filtrada e afetada pela atmosfera da Terra, por isso ganhou esse nome.Os LEDs brancos estão disponíveis em diferentes temperaturas de cor, à medida que utilizam mais ou menos fósforo em sua composição:Branco Quente (2700-3500 Kelvin): comparável à tonalidade da lâmpada de filamento incandescente tipo bulboBranco Neutro (4000-4500 Kelvin): comparável às lâmpadas halógenas e de vapor metálico das lojas de varejoBranco “luz do Dia” (5000-6000 Kelvin): usada para melhor reprodução de cores, sendo tipicamente a temperatura de cor do “Sol do meio-dia” em muitas partes do mundoBranco Frio (6000-7000 Kelvin): comparável às lâmpadas fluorescentes e de alta potência (lâmpadas de mercúrio ou vapor metálico) utilizadas em indústrias, comércios e tipicamente nos hospitais e drogariasA escolha da temperatura de cor mais adequada a cada ambiente é uma escolha pessoal, ou seja, cada pessoa tem sua preferência, mas especialistas em iluminação sugerem algumas referências para essa decisão:Branco Quente: luz preferida para restaurantes, sala de jantar, sala de estar, quartos e outros ambientes onde se deseja uma sensação de calma / relaxamento e conforto.Branco Neutro: luz ideal para cozinhas, sanitários e outros ambientes onde alguma tarefa seja executada com necessidade de um nível de atenção normal.Branco “luz do dia”: luz ideal para lojas, pontos comerciais, escritórios em geral, salas de aula, onde durante boa parte do dia também pode ser aproveitada a iluminação natural para compor a iluminação total do ambiente, junto à iluminação artificial.Branco frio: luz indicada para locais onde as tarefas exijam atenção máxima e onde seja importante realçar a limpeza do ambiente, ou falta dela, como em determinadas áreas de produção industrial, clínicas e hospitais, drograrias, etc.Psicologicamente, a luz branca fria desperta a atenção do cérebro, enquanto a luz branca quente leva a um estado de maior relaxamento. Em geral, a maioria dos homens prefere a luz fria, enquanto a maioria das mulheres prefere a luz quente.Tanto as temperaturas de cor muito baixas como as muito altas afetam significativamente a cor real dos objetos, com as baixas tornando-os mais amarelados e as altas mais azulados. Par melhor reprodução de cores, prefira sempre as temperaturas do branco “luz do dia” ou neutro. A fidelidade na reprodução das cores é indicada por um índice: IRC – Índice de Reprodução de Cor, ou CRI, em inglês.O IRC é um valor relativo à sensação de reprodução de cor, baseado em uma série de cores padrões. À luz que tem reprodução das cores com a máxima fidelidade atribui-se IRC = 100 (indicando 100% de fidelidade), que seria equivalente à luz natural do Sol do meio-dia.Esse é um assunto para ser tratado em outro artigo, por ora, observe como essa informação acompanha as especificações das lâmpadas de LEDs de diferentes temperaturas de cor:Branco Quente de 3000K: IRC > 80Branco Frio de 6500K: IRC > 70Branco Neutro 4000K: IRC > 85 Para concluirmos, é importante destacarmos que muitas vezes os consumidores procuram somente a lâmpada de LED mais “forte”, ou seja, que gera um fluxo luminoso maior em lúmens ou lux, no entanto, não é somente esse fator que deve ser observado na escolha da lâmpada ideal.Em geral, o LED branco frio (acima de 6000K) entrega mais lúmens, porém a qualidade da iluminação não depende somente desse parâmetro. Conforme o ambiente, apesar de tecnicamente mais intensa, a iluminação na tonalidade branca fria pode representar uma iluminação de baixa qualidade, principalmente se a reprodução fiel das cores for um aspecto importante, ou o estímulo cerebral dessa tonalidade não ser adequado ao “clima” desse ambiente, sua decoração e suas particularidades.Escrito por AldobertoFonte: http://www.eccel.com.br/ Artigos, Dicas e Tutoriais, Tabelas Tabela Awg para mm² Imagem 25 de Outubro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário Artigos, Dicas e Tutoriais, Uncategorized Entenda a diferença entre os disjuntores curva b , curva c , curva d e disjuntores motores 25 de Outubro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário Quais são e para que servem as curvas dos disjuntores? A instalação de disjuntor é uma questão de segurança, e por se tratar de questão de segurança deve ser levada muito a sério e nem sempre o que os eletricistas encontram nas instalações. Ainda pior do que uma instalação que tenha sido feita de qualquer maneira e que tenhadisjuntores mal dimensionados são os ditos profissionais de elétrica que não sabem dimensionar novos disjuntores para uma troca e acabam agravando o problema.Conhecer bem as caraterísticas de funcionamento dos componentes elétricos é um diferencial nos profissionais, qualquer eletricista conhece um disjuntor, mas poucos sabem como eles funcionam. Dimensionar um disjuntor e dimensiona-lo corretamente é muito mais delicado do que simplesmente saber qual a corrente do equipamento, circuito ou instalação ao qual se quer proteger, tem que saber exatamente qual tipo de carga será instalada.Para cada tipo de carga foi estipulado uma curva de ruptura para o disjuntor e essas curvas foram separadas em categorias. A curva de ruptura do disjuntor é o tempo em que o disjuntor suporta uma corrente acima da corrente nominal por determinado tempo. Quando se tem uma equipamento muito delicado necessita-se que a interrupção do circuito quando a corrente passe o limite de funcionamento seja muito rápida, para que o equipamento não seja danificado, em compensação na partida de um motor por exemplo, para que este saia do estado de inércia e chegue a sua velocidade máxima uma grande corrente é necessária no instante da partida, ás vezes muitas vezes maior do que a corrente para que este mesmo motor esteja em velocidade plena, nestes casos o disjunto tem que suportar a corrente alta durante um período de tempo maior.Além do período de tempo as curvas de rupturas estipulam o quanto maior essas correntes podem ser em relação as correntes nominais.Curva B:A curva de ruptura B para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 3 e 5 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 30A a 50A.Os disjuntores curva B são usados onde se espera um curto circuito com baixa intensidade, normalmente cargas resistivas, em residencias nas tomadas de uso comum, onde a demanda de corrente de partida do equipamento é baixa.Curva C:A curva de ruptura C para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 5 e 10 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 50A a 100A.Os disjuntores de curva C são usado onde se espera uma curto circuito de intensidade média e onde a demanda de corrente para partida de equipamentos é mediana, normalmente cargas indutivas, como motores, sistemas de comando e controle, circuitos de iluminação em geral e ligação de bobinas.Curva D:A curva de ruptura D para um disjuntor, estipula que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 10 e 20 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 100A a 200A.Os disjuntores de curva D são usado onde se espera uma curto circuito de intensidade alta e onde a corrente de partida é muito acentuada, sendo muito utilizados em grande motores e grandes transformadores.Não existe contudo disjuntores de curva A, o motivo é para que o A da curva não seja confundido com o A de ampere, unidade de corrente elétrica.Existem ainda disjuntores cuja a faixa ruptura da corrente pode ser selecionada dentro de uma faixa, por exemplo os disjuntores motores que possuem faixa se seletividade, como por exemplo 6 a 10 vezes a corrente nominal neste caso a faixa é selecionada de acordo com a necessidade o que possibilita uma flexibilidade na proteção de equipamentos, neste caso normalmente motores.É importante que se conheça as curvas de rupturas para proporcionar a maior proteção possível tanto para os usuários de uma instalação quanto para os equipamentos instalados. Na dúvida sempre consulte os catálogos dos fabricantes para características próprias das marcas.Fonte: https://www.mundodaeletrica.com.br Artigos, Uncategorized Conheça os tipos de Bombas d´Água e suas funções 20 de Outubro de 2016 bemareletrica Publicar um comentário A caixa d´água da minha casa fica numa posição bem alta , +- 10 metros do solo , por onde circula a água no condomínio, desejo colocar a bomba d´água no solo, logo após o medidor e fazer a sucção do cano d´água para levar até minha cisterna, quais as bombas indicadas e qual a diferença entre uma e outra, centrífuga, centrífuga auto-aspirante e periférica?Primeiramente é importante saber que a maioria dos códigos sanitários estaduais proíbe a instalação de qualquer tipo de bomba diretamente na tubulação das concessionárias que abastecem as residências.Afinal, isso influi diretamente na capacidade de abastecimento de água da localidade, é necessário que você consulte as diretrizes da concessionária local e obtenha mais informações a respeito deste tipo de instalação.A respeito das diferenças entre os tipos de bombas, vamos lá.Bomba Centrífuga As bombas centrífugas funcionam com força centrífuga e necessita de uma válvula de retenção, ou seja, as chamadas válvulas de pé, na extremidade inferior da tubulação de sucção.Isso permite que a tubulação de sucção permaneça sempre cheia, tornando o esforço mínimo de sucção da bomba.Bomba Centrífuga Auto-Aspirante As bombas centrífugas auto-aspirante também são bombas que funcionam com força centrífuga, porém este tipo de bomba não necessita de válvula de pé.Por ser auto-aspirante esta bomba tem a capacidade de encher a tubulação de sucção e conduzir a água para alturas elevadas, em seu próprio corpo há um compartimento em que ela retém a água diminuindo o esforço da bomba. Bomba Auto-Aspirante Periférica Em geral esta bomba é semelhante à bomba auto-aspirante, porém com a capacidade manométrica bem maior do que as bombas comuns também não necessitam de válvula de pé.Este tipo de bomba é muito utilizado onde há risco momentâneo de falta repentina de abastecimento de água, onde ocorre àformação de bolhas de ar, ele rapidamente elimina o ar e mantém o abastecimento normalizado.Em relação à distância e altura de recalque, é preciso verificar a tabela de cada fabricante, porém em geral a altura manométrica de recalque dessas bombas é de 10 metros, observe o catálogo e escolha a qual mais atende a sua necessidade, tanto técnica quanto econômica.É ideal que você construa uma cisterna o mais próximo possível do hidrômetro, isso facilitaria o abastecimento, diminuindo a perda de pressão de entrada de água, aí sim você poderia instalar uma dessas bombas na cisterna, que conduziria a água para o reservatório mais próximo, não interferindo na pressão da rede de abastecimento da concessionária local.Submersas :Bombas que ficam submersos na água, divididos em dois grupos chamados de submersível e submersa. A bomba submersível realiza o trabalho por um determinado período (que varia de acordo com o fabricante), mas deve ser retirada da água após o seu uso, ser secada e guardada. Por isso, essa bomba é indicada para casos de inundações. Já as submersas são produzidas para permanecer dentro da água. Os modelos podem ficar a, no máximo, 20 metros de profundidade – valor que varia de produto para produto. Para controlar o volume de água dentro do reservatório, é indicada a instalação de uma boia de nível.Injetoras :Devido à potência e à capacidade de aumentar a sucção da água, essa bomba atinge profundidades de até 20 metros. Navegação de artigos 12…4Seguinte → Blog da Bemar Elétrica Pesquisar por: Categorias Bemar No FacebookBemar No TwitterTwitter Fevereiro 2018 S T Q Q S S D « Nov 1234 567891011 12131415161718 19202122232425 262728 Entradas Mais PopularesComentários Recentes DALMAR TADEU DE MORA… em Download do Catálogo de Termin…Mr WordPress em Bemar: Materiais Elétricos em… Páginas Blog Stats Anúncios Blog da Bemar Elétrica Create a free website or blog at WordPress.com. Publicar em Cancelar
Engeonn Engenharia e Materiais Elétricos
Rua Cardoso de Morais, 477 - E - Ramos, Rio de Janeiro - RJ, 21032-025, Brasil