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Camaquã | akinosul - - akinosul Navigation Camaquã Camaquã  Localiza-se a uma latitude 30º51’04” sul e a uma longitude 51º48’44” oeste, estando a uma altitude de 39 metros.
Sua população estimada em 2004 era de 63 128 habitantes.
Pertence à Microrregião de Camaquã.
PRINCIPAIS PONTOS TURÍSTICOS: Forte Zeca NettoAbriga a Biblioteca Pública Municipal, o Museu Municipal Divino Alziro Beckel e a Secretaria Municipal da Cultura.
É referencial da história do município, serviu de residência ao legendário General José Antônio Netto, líder revolucionário das lutas entre libertadores e chimangos de 1893 a 1923.
Informações fone (51) 3671-5288.Museu Municipal Divino Alziro BeckelAcervo com material relativo ao General Zeca Netto, Revolução de 1923 e objetos doados pela comunidade.
Rua General Zeca Netto, 20 – Jardim do Forte fone: (51) 3671-5288 ramal 37 de terça a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 18h30min.Caminho FarroupilhaA Costa Doce, uma das mais belas regiões do Rio Grande do Sul, constituída por um complexo lagunar que inclui o Lago Guaíba, o Rio Camaquã, o Canal São Gonçalo e as Lagoas dos Patos, Mirim e Mangueira, foi cenário do principal acontecimento político-militar do Rio Grande do Sul, no século XIX, a Revolução Farroupilha (1835-1845).
Prédios e sítios em Guaíba, Camaquã, São Lourenço, Cristal, Piratini, Pelotas, Rio Grande e José do Norte são testemunhas da riqueza gerada pela indústria do charque, motivo básico do conflito, e de episódios dos combates entre farroupilhas e os soldados do Império do Brasil.
Figuras como Bento Gonçalves, Gomes Jardim, Domingos José de Almeida, Corte Real, Onofre Pires, David Canabarro, General Netto, Giuseppe e Anita Garibaldi, Joaquim Teixeira Nunes e seus Lanceiros Negros, John Griggs, Caxias e Grenfell estão presentes na cultura e na memória.Cascata D’água GrandeÉ uma cachoeira com queda dágua natural, cercada por vegetação nativa, tendo à frente a reserva indígena dos guaranis.
Para visitação é necessário e agendamento.
Localiza-se em Santa Auta, 5º Distrito.
Informações fones: (51) 9984-2289 e 9984-8449.Barragem Arroio DuroReservatório artificial de água, cercado por mata nativa e floresta de pinos.
Funciona diariamente a partir das 8h.
Informações fone: (51) 3671-4433 ramal 46.Complexo Poliesportivo Ruy de Castro Netto (Prainha)Localizado no bairro Jardim do Forte.
Contém um lago artificial, uma raia de 600m própria para a prática de esportes.
Funciona diariamente a partir das 8h.
Informações fone: (51) 3671-4433 ramal 46.Fazenda da FigueiraCasa de fazenda construída em 1795, durante dez anos serviu como Quartel Genral da Revolução Farroupilha.
Cercada por mata nativa.
A visitação não é permitida.Caminho Farroupilha, Cultura e Tradição GaúchaA Costa Doce e o Pampa Gaúcho, duas das mais belas regiões do Rio Grande do Sul, foram cenários do principal acontecimento político-militar do Sul do Brasil, no século XIX, a Revolução Farroupilha (1835-1845).
Reunindo cultura, belas paisagens e diversão, a Costa Doce e o Pampa Gaúcho oferecem um passeio único com seus visitantes: um roteiro integrado que fará o visitante se emocionar pela saga farroupilha.
No roteiro as estâncias, museus e charqueadas abrem as portas para receber os turistas, oferecendo passeios temáticos, a vivência nas lidas campeiras e, principalmente, o acesso a informação de dados sobre a história do Rio Grande do Sul.O município de Camaquã está localizado na Serra do Sudeste (Encosta da Serra do Sudeste); faz parte da Região Centro-Sul; localiza-se a 30º51′ minutos de latitude Sul e 51º e 48′ de longitude Oeste, situando-se à margem esquerda da Laguna dos Patos e à margem esquerda do Rio Camaquã, hoje município de Cristal (ex-distrito de Camaquã), distante 127 km da Capital do Estado – Porto Alegre, e 152 km de Pelotas.
No km 362 da BR-116.História de CamaquãOs primeiros sesmeiros que se estabeleceram na região foram: o Sargento-Mor Boaventura José Centeno, o Sr.
Antônio Lopes Duro e o Capitão Joaquim Gonçalves da Silva (pai de Bento Gonçalves).
A história de Camaquã tem início em 9 de dezembro de 1815, quando foi concedida a licença para a criação da Capela Curada de São João Batista de Camaquã, construída em terreno doado pelo Capitão, considerado fundador do município.
Entretanto, o povoamento, não se efetuou, em virtude da falta de água nas proximidades da capela, que pudesse suprir as necessidades da povoação.
Esta é a primeira data oficial consolidando a criação de uma comunidade.
É, portanto, seu fundador, segundo pesquisas do historiador Luis Alberto Cibilis, o Capitão Joaquim Gonçalves da Silva, doador do primeiro terreno para construção da Capela e o requerente da provisão que a criou.
A região onde atualmente está localizado Camaquã já era conhecida desde os tempos coloniais de 1714.
Por volta de 1763 diversos casais açorianos foram descendo para o Sul, localizando-se na margem esquerda do Estuário Guaíba e da margem direita da Laguna dos Patos, fundando fazendas e charqueadas até o rio Camaquã.
O povoamento da região foi despertado pelo interesse religioso e pecuário.
A população cresceu com a vinda dos imigrantes: portugueses, franceses, poloneses, alemães, espanhóis, negros e com os já donos desta terra os irmãos indígenas.
Constava do extenso território da Freguesia do Triunfo, as sesmarias do Cordeiro, do Duro e do Cristal de propriedade do Capitão Joaquim Gonçalves da Silva, pai de Bento Gonçalves, que ao doar terreno na atual localidade da Capela Velha, 8º distrito requereu autorização para fundar a Capela Curada de São João Batista de Camaquã.
A 19 de abril de 1864, a Lei Municipal nº 569 cria o município de São João Batista de Camaquã.
Camaquã possui também a riqueza de fatos históricos decorrentes do período da Revolução Farroupilha (1835-1845).
Em 1844, foi erguida uma nova capela em terras doadas por Ana Gonçalves da Silva Meirelles, à margem esquerda do Arroio Duro, local onde hoje se situa a cidade.
Assim, alguns historiadores também destacam D.
Ana como fundadora de Camaquã.
Bento Gonçalves era filho de estancieiros ricos.
O capitão Joaquim Gonçalves da Silva, seu pai, possuía terras na Piedade, em Triunfo, e no Cristal, cercanias do Passo do Camaquã.
Já sua mãe, era neta de Jerônimo de Ornellas, dono da sesmaria sobre a qual surgira Porto Alegre.
Essas sesmarias englobavam toda a cidade: tinha a sesmaria do Cristal, Sesmaria do Cordeiro e outra, eram três.
Depois, com a morte de Joaquim Gonçalves, Bento, Ana e Antônia dividiram as terras.
A Vila da Pacheca é a região mais importante da cidade em termos de vestígios históricos.
Todas as casas da vila estão na beira do Rio Camaquã que era, para esse povoado, o acesso ao mundo.
Ali, está a casa de Manoel da Silva Pacheco, considerado fundador de Camaquã, apesar das controvérsias.
A vila é conhecida Pacheca porque, quando ele faleceu, sua esposa ficou administrando a fazenda.
A localidade viveu um surto de progresso devido às granjas.
Em 1922, tinha telefônica e pista de pouso da Varig.Na Pacheca existem outros lugares históricos: a Fazenda da Tapera, sesmaria dos Centenos; a da Barra, próximo ao atracadouro da balsa que passa para a ilha de Santo Antônio.
Ali tem o local da primeira casa de D.
Antônia Gonçalves da Silva, irmã de Bento Gonçalves.
A fazenda chegou a ter 500 empregados na década de 20.
Quando Garibaldi chegou à Sesmaria do Brejo, também de propriedade de D.
Antônia, já encontrou dois lanchões em construção, sob a orientação do norte-americano John Griggs.
Nos galpões da velha charqueada o governo republicano mandou construir o seu estaleiro.
No final da Revolução Farroupilha, bento Gonçalves se recolheu à Estância do Cristal, então em Camaquã.
Como destaque os heróis como o General Bento Gonçalves da Silva, o general Antônio de Souza Netto, proclamador da República Rio-Grandense e o Revolucionário Italiano Giuseppe Garibaldi com sua fiel e brava companheira Anita Garibaldi.Atualmente, o município, cortado pela BR 116, possui duas áreas de topografias distintas: a zona da várzea, onde predominam as grandes e médias propriedades, dedicadas à pecuária e às lavouras de arroz e soja; e a zona da serra, onde predominam as pequenas e médias propriedades dedicadas ao plantio da soja, milho, feijão, fumo e mandioca.
Esta região apresenta ainda uma rara paisagem, composta por cascatas e cachoeiras.
Origem do NomeDentre os diversos significados dados ao município de Camaquã o mais adequado segundo o autor Antonio Cândido Silveira Pires é o de rio correntoso ou rio forte.
Camaquã vem de Icabaquã e na língua tupi-guarani I significa rio, água e Cabaquã quer dizer velocidade, correnteza.
Então podemos concluir que o nome de nosso município vem do rio Camaquã que passa em nossa cidade.
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Rua General Zeca Netto, 20 – Jardim do Forte fone: (51) 3671-5288 ramal 37 de terça a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 18h30min.Caminho FarroupilhaA Costa Doce, uma das mais belas regiões do Rio Grande do Sul, constituída por um complexo lagunar que inclui o Lago Guaíba, o Rio Camaquã, o Canal São Gonçalo e as Lagoas dos Patos, Mirim e Mangueira, foi cenário do principal acontecimento político-militar do Rio Grande do Sul, no século XIX, a Revolução Farroupilha (1835-1845). Prédios e sítios em Guaíba, Camaquã, São Lourenço, Cristal, Piratini, Pelotas, Rio Grande e José do Norte são testemunhas da riqueza gerada pela indústria do charque, motivo básico do conflito, e de episódios dos combates entre farroupilhas e os soldados do Império do Brasil. Figuras como Bento Gonçalves, Gomes Jardim, Domingos José de Almeida, Corte Real, Onofre Pires, David Canabarro, General Netto, Giuseppe e Anita Garibaldi, Joaquim Teixeira Nunes e seus Lanceiros Negros, John Griggs, Caxias e Grenfell estão presentes na cultura e na memória.Cascata D’água GrandeÉ uma cachoeira com queda dágua natural, cercada por vegetação nativa, tendo à frente a reserva indígena dos guaranis. Para visitação é necessário e agendamento. Localiza-se em Santa Auta, 5º Distrito. Informações fones: (51) 9984-2289 e 9984-8449.Barragem Arroio DuroReservatório artificial de água, cercado por mata nativa e floresta de pinos. Funciona diariamente a partir das 8h. Informações fone: (51) 3671-4433 ramal 46.Complexo Poliesportivo Ruy de Castro Netto (Prainha)Localizado no bairro Jardim do Forte. Contém um lago artificial, uma raia de 600m própria para a prática de esportes. Funciona diariamente a partir das 8h. Informações fone: (51) 3671-4433 ramal 46.Fazenda da FigueiraCasa de fazenda construída em 1795, durante dez anos serviu como Quartel Genral da Revolução Farroupilha. Cercada por mata nativa. A visitação não é permitida.Caminho Farroupilha, Cultura e Tradição GaúchaA Costa Doce e o Pampa Gaúcho, duas das mais belas regiões do Rio Grande do Sul, foram cenários do principal acontecimento político-militar do Sul do Brasil, no século XIX, a Revolução Farroupilha (1835-1845). Reunindo cultura, belas paisagens e diversão, a Costa Doce e o Pampa Gaúcho oferecem um passeio único com seus visitantes: um roteiro integrado que fará o visitante se emocionar pela saga farroupilha. No roteiro as estâncias, museus e charqueadas abrem as portas para receber os turistas, oferecendo passeios temáticos, a vivência nas lidas campeiras e, principalmente, o acesso a informação de dados sobre a história do Rio Grande do Sul.O município de Camaquã está localizado na Serra do Sudeste (Encosta da Serra do Sudeste); faz parte da Região Centro-Sul; localiza-se a 30º51′ minutos de latitude Sul e 51º e 48′ de longitude Oeste, situando-se à margem esquerda da Laguna dos Patos e à margem esquerda do Rio Camaquã, hoje município de Cristal (ex-distrito de Camaquã), distante 127 km da Capital do Estado – Porto Alegre, e 152 km de Pelotas. No km 362 da BR-116.História de CamaquãOs primeiros sesmeiros que se estabeleceram na região foram: o Sargento-Mor Boaventura José Centeno, o Sr. Antônio Lopes Duro e o Capitão Joaquim Gonçalves da Silva (pai de Bento Gonçalves). A história de Camaquã tem início em 9 de dezembro de 1815, quando foi concedida a licença para a criação da Capela Curada de São João Batista de Camaquã, construída em terreno doado pelo Capitão, considerado fundador do município. Entretanto, o povoamento, não se efetuou, em virtude da falta de água nas proximidades da capela, que pudesse suprir as necessidades da povoação. Esta é a primeira data oficial consolidando a criação de uma comunidade. É, portanto, seu fundador, segundo pesquisas do historiador Luis Alberto Cibilis, o Capitão Joaquim Gonçalves da Silva, doador do primeiro terreno para construção da Capela e o requerente da provisão que a criou. A região onde atualmente está localizado Camaquã já era conhecida desde os tempos coloniais de 1714. Por volta de 1763 diversos casais açorianos foram descendo para o Sul, localizando-se na margem esquerda do Estuário Guaíba e da margem direita da Laguna dos Patos, fundando fazendas e charqueadas até o rio Camaquã. O povoamento da região foi despertado pelo interesse religioso e pecuário. A população cresceu com a vinda dos imigrantes: portugueses, franceses, poloneses, alemães, espanhóis, negros e com os já donos desta terra os irmãos indígenas. Constava do extenso território da Freguesia do Triunfo, as sesmarias do Cordeiro, do Duro e do Cristal de propriedade do Capitão Joaquim Gonçalves da Silva, pai de Bento Gonçalves, que ao doar terreno na atual localidade da Capela Velha, 8º distrito requereu autorização para fundar a Capela Curada de São João Batista de Camaquã. A 19 de abril de 1864, a Lei Municipal nº 569 cria o município de São João Batista de Camaquã. Camaquã possui também a riqueza de fatos históricos decorrentes do período da Revolução Farroupilha (1835-1845). Em 1844, foi erguida uma nova capela em terras doadas por Ana Gonçalves da Silva Meirelles, à margem esquerda do Arroio Duro, local onde hoje se situa a cidade. Assim, alguns historiadores também destacam D. Ana como fundadora de Camaquã. Bento Gonçalves era filho de estancieiros ricos. O capitão Joaquim Gonçalves da Silva, seu pai, possuía terras na Piedade, em Triunfo, e no Cristal, cercanias do Passo do Camaquã. Já sua mãe, era neta de Jerônimo de Ornellas, dono da sesmaria sobre a qual surgira Porto Alegre. Essas sesmarias englobavam toda a cidade: tinha a sesmaria do Cristal, Sesmaria do Cordeiro e outra, eram três. Depois, com a morte de Joaquim Gonçalves, Bento, Ana e Antônia dividiram as terras. A Vila da Pacheca é a região mais importante da cidade em termos de vestígios históricos. Todas as casas da vila estão na beira do Rio Camaquã que era, para esse povoado, o acesso ao mundo. Ali, está a casa de Manoel da Silva Pacheco, considerado fundador de Camaquã, apesar das controvérsias. A vila é conhecida Pacheca porque, quando ele faleceu, sua esposa ficou administrando a fazenda. A localidade viveu um surto de progresso devido às granjas. Em 1922, tinha telefônica e pista de pouso da Varig.Na Pacheca existem outros lugares históricos: a Fazenda da Tapera, sesmaria dos Centenos; a da Barra, próximo ao atracadouro da balsa que passa para a ilha de Santo Antônio. Ali tem o local da primeira casa de D. Antônia Gonçalves da Silva, irmã de Bento Gonçalves. A fazenda chegou a ter 500 empregados na década de 20. Quando Garibaldi chegou à Sesmaria do Brejo, também de propriedade de D. Antônia, já encontrou dois lanchões em construção, sob a orientação do norte-americano John Griggs. Nos galpões da velha charqueada o governo republicano mandou construir o seu estaleiro. No final da Revolução Farroupilha, bento Gonçalves se recolheu à Estância do Cristal, então em Camaquã. Como destaque os heróis como o General Bento Gonçalves da Silva, o general Antônio de Souza Netto, proclamador da República Rio-Grandense e o Revolucionário Italiano Giuseppe Garibaldi com sua fiel e brava companheira Anita Garibaldi.Atualmente, o município, cortado pela BR 116, possui duas áreas de topografias distintas: a zona da várzea, onde predominam as grandes e médias propriedades, dedicadas à pecuária e às lavouras de arroz e soja; e a zona da serra, onde predominam as pequenas e médias propriedades dedicadas ao plantio da soja, milho, feijão, fumo e mandioca. Esta região apresenta ainda uma rara paisagem, composta por cascatas e cachoeiras. Origem do NomeDentre os diversos significados dados ao município de Camaquã o mais adequado segundo o autor Antonio Cândido Silveira Pires é o de rio correntoso ou rio forte. Camaquã vem de Icabaquã e na língua tupi-guarani I significa rio, água e Cabaquã quer dizer velocidade, correnteza. 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